domingo, 17 de fevereiro de 2013

Meu Carnaval 2013

O Bata no Antigo abrindo o Carnaval.
Isso é uma irmã aí que eu tenho.
Depois do Mangue.
Hey, hey - hey, hey, hey!
Tira lama!

Última saída do Batadoní em 2013.
Eu queria ter fotos mais variadas, porque essas somente não descrevem a riqueza, a loucura e a diversão que foi o meu Carnaval desse ano. Fiz como se deve e realmente aproveitei, só voltava para casa para dormir, isso quando voltava! Já no sábado quase pedi penico, meus pés, minhas pernas, meus joelhos e minhas costas doíam. Mas a gente arruma um jeito de esquecer tudo isso e continuar. Descansar só na quarta!

Na sexta toquei com o Batadoní no Recife Antigo e foi a coisa mais linda, quiçá a melhor tocada da minha vida. Todo mundo com roupinha igual, todos se arrepiando quando o estandarte surpresa foi descoberto. Uma energia de união e entrega muito boa. E não choveu! ÊÊÊ! Até aquele boy magia do Gabriel Braga Nunes veio nos ver e, me disseram, que ele só olhava pra mim. Eu não o vi, mas, como diria Seth Cohen, já estou no radar dele! hahahahaha

De manhã no sábado foi acordar cedo para ir para o tradicional bloco da lama Manguebeat. Eu acho que é uma das partes mais divertidas do Carnaval. A cara de todo mundo na rua quando a gente passa. Sem falar que todo mundo abre para não ter que encostar em nosotros. É uma maravilha! O grito de guerra desse ano foi uma paródia do grito oficial deles: "Ei, óia, boy magia é bóia!", que é muito melhor e promete muito mais do que "Ei, óia, maconheiro é bóia!". Vamos combinar, né? Depois teve a Troça Carnavalesca Futebolística Jornalística Cervejeira Unidos da Paulo Francis (não sei se tá certo, mas a ordem dos fatores não altera o resultado) com o povo da faculdade, que foi a bagunça de sempre, mas é assim que a gente gosta. O porta-estandarte, que nem é de jornalismo, deu até entrevista se passando pelo Presidente da Copa e da Troça. À noite fomos pro Antigo. A gente teve que andar da minha casa até casa de Nyna-uns 2,5 km, de acordo com o Google Maps-, depois da parada de ônibus na Avenida Mário Melo (de quem foi essa ideia idiota de colocar essa parada lá?) até o Antigo. Nem foi tão bom, mas é a vida. 

No outro dia tivemos que voltar da casa de Nyna para minha casa (outros 2,5 km a pé, coisa básica) para finalmente usar nossas fantasias no Enquanto Isso na Sala da Justiça. Apesar de ninguém ter percebido, a gente foi de Village People, que fique aqui registrado. Tomamos Caipfruta de Seu Nerino, claro, tradição desta vez bancada por Nyna. Mas tive que sair correndo, antes do bloco sair, para tocar no Tira Lama. Foi massa também, um calor dos infernos. Depois saí pra Olinda com Luiza e Vanessa. Fiquei em casa à noite porque não tinha quem me arrastasse para o Old Recife.

Segunda ficamos tirando onda  por Olinda com um megafone. Foi muito divertido, rimos bastante! Teve feijoada, que todas comeram. Terça o Batadoní tocou de novo e à tarde mais Olinda e mais diversão. À noite fomos pro Recife Antigo de novo, mais porque tudo já ia acabar do que por qualquer outra coisa. Mas perdemos o show de Mamelungos e tivemos que ver o de Caetano Veloszzzzzzzzzzz. 

Depois voltamos pra casa para dormir e de repente acordar na ingrata quarta-feira de cinzas. É triste, mas é a vida. Quem brincou, brincou, quem não aproveitou, só ano que vem!  

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