sábado, 27 de abril de 2013
"God Bless America"
segunda-feira, 8 de abril de 2013
A menina, a câmera e o guarda-roupa #15
Colar: emprestado da minha tia
Sapato: Arezzo (tem bem uns três anos)
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Meu Carnaval 2013
| O Bata no Antigo abrindo o Carnaval. |
| Isso é uma irmã aí que eu tenho. |
![]() |
| Depois do Mangue. |
![]() |
| Hey, hey - hey, hey, hey! |
![]() |
| Tira lama! |
![]() |
| Última saída do Batadoní em 2013. |
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Jornalismo da Depressão
quarta-feira, 20 de julho de 2011
“Um homem não demanda liberdade antecipadamente para falar algo que ele tem a dizer, mas ele se torna responsável depois pelas atrocidades que ele pode ter dito. Da mesma forma, se um homem faz a imprensa dizer coisas atrozes, ele se torna tão responsável por elas como se ele as tivesse dito pela boca.”
- Venício A. de Lima
segunda-feira, 6 de junho de 2011
CPF, trabalhos e livros.
Toda semana fico pensando em escrever aqui e acabo nunca escrevendo e acumulando um bocado de coisas. Mas vou tentar dar uma resumida.
Primeiramente, a CPF acabou. É triste, todo sábado vamos ficar pensando “Ah, bem que podia ter jogo e festa hoje, né?”. Ninguém mais vai ficar dando F5 no blog de hora em hora em busca de informações e fotos comprometedoras. Acabaram-se os jogos com as narrações fantásticas dos lances maravilhosos.
Concentração descontraída do DPC.
Eu, em toda minha glória, esperando pra bater o pênalti que perdi em seguida.
Mas vai ser bom ter minhas tardes de sábado de volta, pra assistir filmes, ler ou fazer o que der na telha. E também vai ser bom não voltar pra casa com a roupa e o cabelo fedendo (muito) a cigarro, e ter que colocar a roupa de molho no dia seguinte e lavar o cabelo três vezes seguidas. Dica para os fumantes mal educados: tá a fim de ficar fedendo e morrer? Faça sozinho! Ninguém é obrigado a ficar inalando sua fumaça nojenta em um ambiente FECHADO!
Nós baphando ao som de Bad Romance no Paulo Francis Stadium.
Vai chegando o fim do semestre e os trabalhos vão jorrando sem controle, os estudantes que se virem pra dar conta de tudo. Essa semana que passou foi mal dormida, corrida e trabalhosa, mas no fim deu certo. Trabalho (imenso) sobre Harry Potter e as Teorias do Jornalismo terminado, apresentado e até sugerido para publicação pela professora! Yay!
Mas nem tudo são rosas. Ainda falta o artigo e a notinha reformulada de Psicologia, o seminário de Comunicação Comparada, o artigo opinativo/reportagem para Rádio e Tv de Ética, o pré-projeto reformulado de Métodos de Pesquisa e ainda o seminário de Economia (que o querido professor não fez o favor de nos informar sobre o que é, nem a data da apresentação). Boa sorte, Sara, você vai precisar.
Mas essa semana também foi aniversário de Thay! Na quarta eu, ela, Carol e Amanda fomos pro Recife Antigo (palmas pra mim que consegui ir de ônibus sozinha!) e almoçamos juntas no maravilhoso Delta. Também fomos na linda Livraria Cultura e eu comprei Um Dia de David Nicholls, que eu tava doida pra conseguir, e duas edições das novas DC+Aventura e Marvel+Aventura.
É impressionante, toda vez que eu piso naquela livraria saio de lá com milhares de novos livros desejados na cabeça. Pena é que o dinheiro e o tempo não aumentam assim também, não é verdade?
Mas chegando ao fim do resumo desses dias – que ficou menor do que eu esperava – tenho que dizer que o desfalque nas fotos desse post se deve a falta de cabo da minha câmera preta (porque aqui também tem uma rosa). Desde que ela voltou do concerto (acho que até antes disso), ninguém tem notícias desse cabo. Então as minhas lindas fotos ficam lá, armazenadas, à espera de um milagre.
That’s it!
Go get your happiness!
xx, Sara Brito.
quarta-feira, 16 de março de 2011
A minha grama é sempre a melhor.
Chega a ser engraçado. Na verdade, é difícil de entender. O CAC é um lugar onde o que mais se presa é a liberdade, de ser você mesmo, de vestir o que quiser, de fazer o que quiser. É tipo um Woodstock fechado para caquianos no meio da UFPE (apresentações artísticas incluídas). O difícil de entender é como alunos de jornalismo, que se dizem tão comprometidos com os direitos alheios e reivindicam sua própria liberdade, falham em reconhecer as diferenças que estão presentes nas pessoas recém-chegadas desse mesmo curso. Os calouros mal chegaram e já são alvo de cíticas dos veteranos. Motivo: não quiseram (ou não se sentiram à vontade) dar uma festa para todos se conhecerem. Eles sinceramente apontaram na sua comunidade do orkut (que os veteranos também têm acesso) que estavam meio receosos com a efusividade e receptividade excessiva dos veteranos. Bastou. Logo depois já eram conhecidos como “empata-festa”, “puritanos”, “tediosos” e outras cositas mas. Os calourinhos foram ridicularizados quando deram a ideia de todos se reunirem em um rodízio. Uma polêmica se instalou. Ninguém quer calouros que não são porras loucas que só pensam em beber. Ninguém quer calouros que não se sentem à vontade em beber, cair e levantar no primeiro encontro com os seus companheiros de curso. Já vi nego respondendo quando indagado a respeito do paradeiro dos calouros: “Devem estar em algum culto por aí.” Aí é que tá a graça da história. Todos tem o direito (e dever) de beber o quanto quiser e avacalhar o sistema, mas ninguém tem o direito de ser mais recolhido e não gostar tanto de badalação. Resumindo: o SEU direito de fazer o que quiser é inalienável, agora já o dos outros… É, a palavra respeito deve estar mesmo meio enferrujada nos dicionários de algumas pessoas.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
A melhor profissão do mundo.
“(…)Quem não sofreu essa servidão que se alimenta dos imprevistos da vida, não pode imaginá-la. Quem não viveu a palpitação sobrenatural da notícia, o orgasmo do furo, a demolição moral do fracasso, não pode sequer conceber o que são. Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para isso poderia persistir numa profissão tão incompreensível e voraz, cuja obra termina depois de cada notícia, como se fora para sempre, mas que não concede um instante de paz enquanto não torna a começar com mais ardor do que nunca no minuto seguinte."
- Gabriel García Marques.




