Páginas

Mostrando postagens com marcador mundo cão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mundo cão. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Valeu, whats!


Eu queria saber por que agora o aplicativo Whatsapp - não contente em destruir relacionamentos colocando essa bendita visualização mas ainda na cara do indivíduo - coloca em ordem de prioridade as conversas ainda não respondidas (ou seja, aquelas em que você está sendo ignorada). Enquanto isso, as pessoas que realmente lhe amam (chamadas amigas) ficam em segundo plano, levadas para baixo pelo simples fato de que estão lhe respondendo melhor que outros idiotas. 

Aí agora toda vez que a gente abre esse aplicativo de satanás, é necessário passar por todas aquelas pessoas que não te respondem, e olhar para a cara de todos os boys idiotas para poder chegar nas pessoas que realmente importam. 

Obrigada, whatsapp, eu realmente precisava disso.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Sete ônibus ao dia

Tô me sentindo muito sozinha essa semana. Veja bem, eu sei que tenho muitas amigas e amigos maravilhosos. Sei que não tenho o direito verdadeiro de reclamar. Mas acho que é da humanidade; tenho necessidade de fazer drama sobre meus sentimentos.

Então, desde domingo estou numa ansiedade louca de falar com  alguém. De falar com alguém todo dia. No domingo mesmo me encontrei com minhas amigas da escola e é tão bom quando estamos juntas que todo o espaço no meu peito é preenchido e não sobra nada para a solidão. Mas parece que depois desses momentos é que a saudade aperta. À noite todas elas foram com seus respectivos pares comer tapioca. Eu fui chamada, é claro (tenho que agradecê-las por sempre lembrarem de mim), mas não fui. Tudo tem que ter limites, inclusive seguração de vela(s). Segunda de manhã eu fiz uma ligação mendiga para uma das amigas, só pra falar com alguém, escutar outra voz que não a minha. Essas ligações são estranhas. Eu posso mesmo dizer, e digo, o motivo da ligação, que só liguei pra falar com alguém, e elas entendem. Mas chega uma hora que não existe, de jeito nenhum, mais assunto. Esse é o problema com o telefone: mesmo que as duas pessoas nos dois lados da linha queiram ficar juntas, chega uma hora que não faz mais sentido (ou o bolso não aguenta) prolongar uma ligação despretensiosa. 

Enquanto minha federal está de greve, minhas irmãs só pensam em estudar e nem com elas (que deveriam me babar e não o contrário) consigo ter uma conversa maior do que os dez minutos no café da manhã antes de todas sairmos. Minha mãe também não parou em casa essa semana. 

Ontem foi o ápice. Devo ter batido um novo recorde olímpico; peguei sete (SE-TE) ônibus ao longo do dia. E eu tenho um problema com ônibus. Não posso passar muito tempo neles que a solidão sobe e senta bem ao meu lado. Deve ser toda essa gente que passa, senta, vai, volta, conversa, fala ao telefone, desce; e eu ali, no mesmo lugar, sem sair. No fim do dia eu já não aguentava mais.

Hoje de manhã a minha ansiedade estava estratosférica. Me segurei para não ligar para a mesma amiga da segunda. Liguei pra outra, mas tenho que aprender que as pessoas não estão disponíveis para mim 24h por dia. Elas não têm tempo para ficar batendo papo. 

Eu odeio Facebook. Pra mim, Mark Zuckerberg é um megalomaníaco controlador. Só uso porque é o meu contato com as coisas da faculdade e com amigos que de outra forma não conseguiria alcançar. Eu tento entrar o mínimo possível. Mas quando eu estou ansiosa e querendo desesperadamente falar merda com alguém, eu entro e não canso de apertar Home de cinco em cinco minutos. No momento em que estou fazendo isso eu sei que é uma atitude patética. Sei que é minha ansiedade. E sei que não é uma rede social idiota que vai conversar comigo e fazer minha solidão passar.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Stalker

Como fazer quando você está voltando pra casa e a pessoa do post anterior se encontra na lanchonete na esquina da sua rua e, pra variar, fica lhe encarando como se você fosse um ser muito bizarro, merecedor de análise profunda?

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

As Relíquias da Morte (spoiler!)

“Ouviu um grito terrível que arrancou suas entranhas, expressando uma agonia que nem fogo nem maldição poderiam causar, e ele se levantou, tonto, mais assustado do que se sentira naquele dia, mais assustado talvez do que já se sentira na vida…
E Hermione tentava ficar em pé entre os destroços, e havia três homens ruivos no chão, que estavam juntos quando a parede explodiu. Harry segurou a mão de Hermione e seguiram, cambaleando e tropeçando, sobre pedras e paus.
- Não… não… não! – alguém estava gritando. – Não! Fred! Não!
Percy sacudia o irmão, Rony estava ajoelhado ao lado deles, e os olhos de Fred estavam muito abertos e cegos, o fantasma de sua última risada ainda gravado em seu rosto.”

Harry Potter e as Relíquias da Morte, p.495.

Nunca chorei tanto lendo um livro.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Primeiro compromisso das férias: Prison Break.

prison_break Recomecei a assistir Prison Break ontem e já me viciei completamente. Tinha parado no décimo espisódio e depois de ter visto apenas quatro depois desse, estava em lágrimas. Minha irmã passava por mim nesse momento e soltou: “Que cara de desespero é essa, Sara?”
É isso que essa série faz com você. Te puxa pra dentro dela e quando você se dá conta, já não pode fazer mais nada. Fica obcecado em ver mais outro episódio, mesmo que o relógio já esteja marcando meia-noite e você tenha que acordar cedo no dia seguinte.
Tem Sucri, que eu simpatizo muito, não sei por que. Tem o Sr. Westmoreland, um fofo, que me lembra meu professor de Sociologia da Comunicação e dá vontade de apertar. Tem um cara muito chato, racista e pedófilo, que eu não lembro o nome dele e o guarda mais irritante ever, que também esqueço o nome. Tem também Sam, shapeshifter de True Blood; mas aqui ele é LJ, filho de Lincoln, o homem que está no corredor da morte. Tem a vice-presidente maucomida que sempre tá com aquela cara de quem tem merda embaixo do nariz, como diria Rowling. A Dr. Sara (uê!) cuida dos presidiários (principalmente de Michael) com todo o empenho de uma defensora dos direitos humanos.

prison_break2 E finalmente, Michael, com aqueles profundos olhos azuis, gênio de poucas palavras, que sabe fazer origami como ninguém e tem (se segura na cadeira, Ceci) o tronco e os braços COMPLETAMENTE TATUADOS com o mapa do presídio. Não sei vocês, mas eu não me aguento com ele. Não vejo a hora de ele passar pra um outro nível com Sara-o que no caso seria um beijo, e não o que vocês podem estar pensando.
Prison_Break - 11 - Wentworth_Miller Sarah_Wayne_Callies Prison Break é uma tensão constante. Você nunca sabe o que pode acontecer no próximo minuto, uma rebelião, uma morte, uma não-morte ou Michael se machucar mais uma vez (deve ser pretexto pra ele encontrar Sara). Por isso, vou indo ali me encontrar mais uma vez com Michael.
xx

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Use Somebody – Kings of Leon

I've been roaming around always looking down at all I see. Painted faces, fill the places I can't reach. You know that I could use somebody, you know that I could use somebody. Someone like you, and all you know, and how you speak. Countless lovers under cover of the street. You know that I could use somebody, you know that I could use somebody. Someone like you. Off in the night, while you live it up, I'm off to sleep. Waging wars to shake the poet and the beat. I hope it's gonna make you notice. I hope it's gonna make you notice. Someone like me. Someone like me. Someone like me, somebody. I'm ready now, I'm ready now. I'm ready now, I'm ready now. I'm ready now, I'm ready now. I'm ready now. Someone like you, somebody. Someone like you, somebody. Someone like you, somebody. I've been roaming around, always looking down at all I see.

domingo, 28 de novembro de 2010

Addicted to you - Shakira

Debe ser el perfume que usas o el agua con la que te bañas, pero cada cosita que haces a mí me parece una hazaña. Me besaste esa noche cual si fuera el único día de tu boca. Cada vez que me acuerdo yo siento en mi pecho el peso de una roca. Son tus ojos marrones con esa veta verdosa. Es tu cara de niño y esa risa nerviosa. I'm addicted to you porque es un vicio tu piel. Baby I'm addicted to you, quiero que te dejes querer. Por el puro placer de flotar ahora si me llevó la corriente. Ya no puedo dormir ni comer como la hace la gente decente. Tu recuerdo ha quedado asi como un broche prendido a mi almohada y tú en cambio que tienes memoria de pez no te acuerdas de nada. Son tus manos de hombre, el olor de tu espalda. Lo que no tiene nombre lo logró tu mirada. I'm addicted to you porque es un vicio tu piel. Baby I'm addicted to you, quiero que te dejes querer.

domingo, 26 de setembro de 2010

I need somebody to love.

Tem muito amor dentro de mim. Faz mal ele não sair. Faz mal ficar preso. As pessoas a quem o dedico não são suficientes. A oferta supera a demanda. Principalmente a oferta do amor romântico; esse acho que nunca presenciou uma demanda significativa. Sempre que estou em presença deles, observo os casais. Acho a cumplicidade entre (alguns) deles bonita. Mãos entrelaçadas, um abraço acolhedor, um beijo inocente (na testa ou no nariz), olhos brilhantes, sorrisos de lua crescente, afagos nos cabelos, gentilezas, às vezes tapinhas repreendedoras e brincalhonas. Isso deve ser bom. Ter alguém com o qual “desperdiçar” seu amor. E ser a pessoa que receberá amor “desperdiçado” de alguém.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Why can’t I be the one?

tumblr_l7xda92GY21qcct32o1_500 Às vezes eu sou tão patética. Não tem nem mais graça escrever isso aqui. Acho que todos que lêem esse blog (alguém?) já sabe da minha pateticidade. Mas eu não consigo parar. Todo dia é a mesma coisa, acho que tá em mim e nunca vai passar.

Ver um menino bonito na rua, no ônibus, na faculdade, em qualquer lugar e passar o resto da semana do dia pensando nele. Como seria o primeiro encontro, nosso namoro, nosso casamento e etc. Tem coisa mais ridícula? Acho que não.

O pior é quando acontece como hoje. Depois do feriado todo em casa, só mergulhada no estudo ou na ficção, sem meninos para tirar minha atenção, conformada com minha condição de single-ladie-eterna, de repente recebo o impacto do mundo real. Uma pessoa que eu já tinha parado de me imaginar casando com ela me aparece mais irresistível que Damon Salvatore de jaqueta de couro. Ele deve saber o quanto me perturba. Só pode. A pessoa loira, de olhos azuis e parecida com Harry Judd, veste uma blusa xadrez, uma calça dobrada na canela (como se fosse pescar), um tênis igual a um que o Poynter tem e ainda me inventa de dá uma bagunçada nos cabelos à la Edward Cullen. Me diga se eu posso?

E pra girar a faca ainda mais fundo, toda vez que eu olhava pra ele, meu olhar encontrava com aqueles olhos azuis-cor-de-menu-do-windows. O que não faz muita diferença porque ele olha pra todo mundo. Mas, dá licença? Se não vai tirar proveito, pra quê atiçar? Aí fica Sara o resto do dia pensando na pessoa (que já tinha saído da cabeça dela) e lamentando. Se perguntando mais uma vez porque. Por que ela não pode ser the one.

dougie

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Where would I be without my lovely friends?


Então, acho que esse meu post vai ser meio irônico comparado com o outro (não o de Dogville, o anterior). Preciso ir hoje na faculdade e não tô com a mínima vontade. A única coisa que me impele a ir são as meninas que eu vou encontrar lá. E claro, o fato de que eu tenho que assinar a ata final de Informática. -_- Não tenho mais aquela vontade de ir pra lá e conhecer melhor as pessoas. Descobri que elas são muito diferentes de mim. Não que eu tenha algo contra as diferenças. Sou muito a favor delas e daquele clichê gigante "se todos fôssemos iguais, o mundo seria muito chato". Mas se essas diferenças não sao respeitadas... bem, a coisa não fica tão interessante. Depois de ter ido assistir a um jogo do Brasil com um bocado de amigos do meu terceiro ano, me dei conta do quanto eu sentia falta de sair com eles. Eles não pensam o tempo todo em beber e se agarrar por aí; foi tão cotidiano aquele dia e ao mesmo tempo, tão importante pra mim. Sei lá. Gostei de revê-los. Espero que esses encontros aconteçam com mais frequência.
Mas eu estou looking forward para encontrar com minhas amiguinhas da faculdade que já me aceitaram careta como eu sou e eu posso me divertir muito com elas sendo eu mesma. Obrigada, @caroolcaminha, @thayannesales e Amanda. (:
Acho que o motivo que eu não quero ir pra faculdade também é porque fui assaltada da última vez que eu fui (ou que eu estava indo). Estava na bus stop aí veio uma desgraçada e levou minha bolsa com TUDO dentro. Caderno com tudo anotado da faculdade, identidade, Vem, carteira de estudante, celular, MEU MP4 (chorey), até o livro da biblioteca da UFPE!! Nunca fiquei com tanto ódio de alguém em toda a minha vida. Espero que ela morra e vá queimar no inferno.
Nem falo mais do cava, aquilo ali é uma baixaria e eu só vim me dar conta agora. Acho que antes tava animada por causa da novidade, mas agora... puff! Naquele lugar só tem bebida e maconha, vou te contar...
Nem comento da eliminação do Brasil na copa. Mas eu vou fazer um quadro com imagens da copa, vai ficar tão lindo! *o* Quando estiver pronto coloco a foto aqui.
Não vou começar a falar dos livros, filmes e músicas que tenho pra falar; depois faço outro post só com isso.
Sinto que tô esquecendo de alguma coisa... Enfim, é isso.
xx