segunda-feira, 7 de outubro de 2013
how it is
Eu fui ler Becket pra ver se parava de confundir ele com Brecht e me deparei com esse parágrafo, que é basicamente o que eu tô sentindo agora.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Histórico de leitura: A Guerra dos Tronos
quinta-feira, 25 de abril de 2013
terça-feira, 16 de abril de 2013
A história que a Morte contou
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
No books, no life.
Outro motivo de não ficar sem leitura deve ser porque não suporto ficar sem nada para fazer. Sinto como se estivesse desperdiçando tempo. Um livro pode ser aberto a qualquer hora, em qualquer lugar (tirando aqueles como Game of Thrones ou Nárnia, que não cabem em qualquer bolsinha).
Pelo medo de acabar um livro e depois ficar sem ter o que ler, sempre levo um segundo livro quando vou viajar (dependendo do tamanho da viagem e do meu avanço no livro). Se eu estiver na metade de um livro médio já levo outro; nunca se sabe o quão entediante vai ser uma viagem com a família. Por isso dei graças aos deuses quando, na minha última viagem, acabei As vantagens de ser invisível e já tinha A menina que roubava livros preparado para começar. Se não fosse isso eu teria que ficar indo sozinha para a piscina porque minha prima de 12 anos preferia ficar assistindo televisão.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Natal e Ano Novo.
Eu queria fazer um post só sobre o Natal, porque vamos combinar, é muito melhor que o Ano Novo. Mas como minha negligência bateu novamente e eu estou há um milhão de anos sem postar, vamos de dois em um mesmo. Segura que lá vem foto!
Os presentes que dei, com seus devidos cartões.
Cada uma de nós (eu e minhas irmãs) ganhamos de mainha uma luzinha dessa para ler. Ela não para de reclamar quando lemos no “escuro”.
Os presentes que ganhei! Dois livros, a luzinha que falei, uma plantinha de plástico que se mexe com a luz do sol e uma Árvorezinha da Fartura.
E os cartões que ganhei esse ano.
Nem tirei fotos da ceia porque foi fraquinha esse ano. Estávamos todos cansados e o meu brownie nem ficou tão bom. Mas, mesmo assim, o Natal foi lindo! Mal posso esperar para o desse ano; com sorte poderemos incrementá-lo mais. Quem sabe com advent calendars? E presentes para mais pessoas?
Bem, o Ano Novo foi o mesmo de sempre. Apesar de que esse ano ficamos em Recife mesmo e passamos com pessoas diferentes. Apesar de não ter ficado em casa vendo Neymar cantar no Show da Virada (o que já é grande coisa), o último 31 de 2011 não foi muito animador. Assistimos a queima de fogos na praia com muitos rostos desconhecidos e músicas que não me animam muito, mas é bom ver a esperança das pessoas quando mudamos de ano. A cada explosão no céu as pessoas ficavam mais e mais animadas, e apesar de não compatilhar com elas desse sentimento, me peguei sorrindo sozinha algumas vezes. Depois disso fui com as meninas para a orla de Boa Viagem. Ainda estou em dúvida se deveria ter ido para casa ao invés disso. Lá só tinha gente e mais gente, e fumaça de churrasquinho nos cabelos, e pessoas se passando dançando loucamente ao som daquelas mesmas músicas de sempre. Mas foi boa a companhia, embora ela(s) não estivesse(m) tão animada(s) assim. Depois de ver o sol nascer do mar e uma menina mergulhar de sutiã e short branco na praia logo após fumar maconha, voltamos pra casa de carro (e pela quantidade de pessoas na rua tentando convocar um táxi, aquela história nos jornais da falta deles no Recife deve ser verdade).
Dentre as minhas metas para 2012 está um maior compromisso com esse blog, espero que eu possa cumprir não só essa mas todas as que me fiz. Que todos tenham o mais belo 2012 e que todos os seus sonhos e metas se realizem!
xx!
sábado, 5 de novembro de 2011
A Rainha da Fofoca em Nova York – Meg Cabot
Todo mundo sabe que o tipo de romance que Meg Cabot escreve é bem previsível – a mocinha fica com seu par perfeito no final. Isso nunca foi um problema para mim porque realmente me irrita quando o contrário acontece; há bastante desilusões amorosas na vida real para eu ter que me preocupar com elas também na ficção. Além disso, como diz minha amiga Lisbela, a graça não é saber o que acontece, é saber como acontece e quando acontece.
O fato é que A Rainha da Fofoca em Nova York é uma exceção à essa regra que domina a obra de Meg. Mas antes de falar disso, vamos ao clássico enredo Cabot: Lizzie Nichols tem duas questões da sua vida para resolver: o lado amoroso obviamente, e o lado profissional. Na área romântica de sua vida parece tudo muito bem, obrigada. Lizzie está morando com Luke, seu príncipe, em um luxuoso apartamento na Quinta Avenida. O problema é que ela não tira a idéia de que Luke a pedirá em casamento da cabeça, mesmo que eles só se conheçam a bem pouco tempo (“bem pouco” querendo dizer abaixo do socialmente aceitável para esses casos). A idéia fixa de união eterna pode ter vindo, porém, de sua vocação profissional, a restauração de vestidos de noiva. É aí que reside o outro problema que Lizzie deve resolver: Vera Wang não ligou depois de receber seu currículo e ela não consegue arrumar emprego em seu ramo de atuação na impiedosa Nova York.
Lizzie é adoradora de roupas vintage, por isso o livro está cheio de referências a estilistas antigos. Todas as roupas que ela usa são de brechó e ela tem uma enorme coleção que por pouco não cabe no apartamento de Luke. E é toda essa bagagem e experiência em restauração de vestidos que rende uma dica para noivas antes de cada capítulo. As dicas vão de como escolher o vestido certo para o seu corpo à tipos de tiara e decotes. Como no primeiro livro, cada dica é seguida de uma espirituosa citação sobre fofoca.
A primeira aventura de Lizzie, no entanto, é bem mais engraçada do que esta. O fio cômico não é tão acentuado dessa vez, ou não tanto quanto quando, em A Rainha da Fofoca, [SPOILER do livro anterior] Lizzie descobre que seu namorado é, na verdade, o cara na jaqueta vermelha horrorosa que ela pensou ser um tarado [/SPOILER]. Mas isso não impede que este seja um ótimo livro de Meg em seu estilo característico, cativante e bem conduzido; nenhuma ponta permanece solta, é tudo bem coeso. São bem resolvidos até alguns pequenos mistérios típicos de Cabot que te deixam imaginando inúmeras soluções para eles e, no final, ela te surpreende com uma solução impensável, mas totalmente adequada.
Voltando ao que faz desta uma exceção na obra de Meg: há um ponto em que não sabemos se Lizzie realmente vai ficar com seu príncipe no final, ou com um amigo realmente encantador. Normalmente não é o que acontece nesses livros, onde o happy ending com o amor eterno é certo. Mas é tão angustiante ficar tentando imaginar o que irá acontecer que nesse ponto você acaba devorando todo o resto do livro só para acabar com essa ansiedade. O que na verdade não faz muito efeito já que as emoções de Lizzie se encontram meio suspensas no último capítulo. Meg Cabot trabalha nisso, nesse mistério em relação às futuras ações de Lizzie, com tanto cuidado que a última frase do livro é uma pergunta. Uma pergunta crucial que paira na última página, sem resposta até o término do próximo livro.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Morto Até o Anoitecer – Charlaine Harris
Sociologia Vampírica
O universo mitológico de Charlaine Harris é diferente de tudo que você já leu e ouviu sobre vampiros – essas criaturas tão exaustivamente exploradas há tempos. Nem Anne Rice, muito menos Stephanie Meyer fizeram algo parecido.
No mundo de Harris os vampiros “saíram dos caixões”, de acordo com a metáfora que a própria autora usa para representar o reconhecimento e a “inclusão” dos vampiros na sociedade, fato que aconteceu quatro anos antes do início do livro. Essa é a principal diferença de Morto Até o Anoitecer das outras histórias de vampiros: eles andam livremente por aí reconhecidos pelo que são, mas rejeitados por serem representantes do mal, na maioria das vezes. Os vampiros pertencem à noite, dormem em caixões durante o dia, enfraquecem ao contato com prata e seu sangue é usado como uma droga por alguns – ele causa alucinações, melhora a saúde e a vida sexual dos humanos. Pessoas capturam vampiros e os drenam (o que, à propósito, é crime) para fornecer mercadoria a essa mais nova modalidade de tráfico. O True Blood é uma bebida sintética criada pelos japoneses que fornece todos os ingredientes necessários para a sobrevivência de um vampiro, livrando-os da necessidade biológica de morder inocentes (ou não). Até a prostituição evoluiu nessa sociedade: os vampirófilos recebem dinheiro para se deixarem morder.
Na pequena cidade de Bon Temps, no norte da Louisiana, Sookie Stackhouse tem o seu desejo de encontrar um vampiro cara-a-cara realizado quando Bill Compton e suas presas adentram o bar Merlotte, onde a moça trabalha. Sookie logo descobre que o vampiro Bill chegou pra ficar – e mais perto do que ela esperava. Ele irá reassumir a casa de sua família que por acaso é vizinha à casa onde Sookie mora com sua avó desde que seus pais morreram em um acidente de carro quando ela ainda era criança. Além de encantada com o cavalheirismo de Bill – qualidade rara nos jovens da cidade –, Sookie fica fascinada com o fato de não ser capaz de ouvir seus pensamentos. Depois de anos de barulheira alheia, ouvindo (independentemente de sua vontade) os comentários mais íntimos das pessoas (às vezes até não tão gentis, e dirigidos à ela), Sookie se delicia com a paz que encontra nos braços do Sr. Compton.
Enquanto os pombinhos se amam loucamente nas cenas pouco mais que sensuais descritas por Harris, uma série de assassinatos antecedidos por estupros vêm acontecendo na pacata cidade de Bon Temps e mexendo com os nervos de todos. As vítimas são jovens garçonetes que tinham uma certa predileção por vampiros quando o assunto era os prazeres da vida. Sendo assim, Sookie teme por sua vida e pelas daqueles que vivem ao seu redor. Além de ter que se preocupar com seu irmão, Jason – lindo como Narciso e burro como uma tábua –, que por já ter dormido com todas (to-das) as moças assassinadas é o primeiro na lista de suspeitos dos crimes.
Charlaine Harris nos mostra que o cérebro de uma heroína não precisa se transformar em meleca quando ela se apaixona. Sookie Stackhouse é forte, decidida e sabe impor sua personalidade. Apesar disso não deixa de lado sua feminilidade e, como toda mulher, se preocupa com o que vai vestir, com sua aparência e tem inseguranças em seu relacionamento.
A escrita ágil e detalhista da autora nos transporta para o mundo de preconceitos, fofocas, estereótipos, moralismo e mentes estreitas de uma pequena cidade – ainda mais aparentes à medida que Sookie nos põe a par dos pensamentos dos moradores e expõe sua hipocrisia.
Sexy, violento, divertido e detalhista, Morto Até o Anoitecer é ótimo para um mergulho em um universo diferente do habitual e tão bem apresentado. A história de Sookie prossegue na série que, até agora, tem 12 volumes, dos quais 7 têm edições brasileiras. E, pra quem ainda não se deu conta, os escritos de Charlaine Harris deram origem à adorável série da HBO de nome True Blood.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
CPF, trabalhos e livros.
Toda semana fico pensando em escrever aqui e acabo nunca escrevendo e acumulando um bocado de coisas. Mas vou tentar dar uma resumida.
Primeiramente, a CPF acabou. É triste, todo sábado vamos ficar pensando “Ah, bem que podia ter jogo e festa hoje, né?”. Ninguém mais vai ficar dando F5 no blog de hora em hora em busca de informações e fotos comprometedoras. Acabaram-se os jogos com as narrações fantásticas dos lances maravilhosos.
Concentração descontraída do DPC.
Eu, em toda minha glória, esperando pra bater o pênalti que perdi em seguida.
Mas vai ser bom ter minhas tardes de sábado de volta, pra assistir filmes, ler ou fazer o que der na telha. E também vai ser bom não voltar pra casa com a roupa e o cabelo fedendo (muito) a cigarro, e ter que colocar a roupa de molho no dia seguinte e lavar o cabelo três vezes seguidas. Dica para os fumantes mal educados: tá a fim de ficar fedendo e morrer? Faça sozinho! Ninguém é obrigado a ficar inalando sua fumaça nojenta em um ambiente FECHADO!
Nós baphando ao som de Bad Romance no Paulo Francis Stadium.
Vai chegando o fim do semestre e os trabalhos vão jorrando sem controle, os estudantes que se virem pra dar conta de tudo. Essa semana que passou foi mal dormida, corrida e trabalhosa, mas no fim deu certo. Trabalho (imenso) sobre Harry Potter e as Teorias do Jornalismo terminado, apresentado e até sugerido para publicação pela professora! Yay!
Mas nem tudo são rosas. Ainda falta o artigo e a notinha reformulada de Psicologia, o seminário de Comunicação Comparada, o artigo opinativo/reportagem para Rádio e Tv de Ética, o pré-projeto reformulado de Métodos de Pesquisa e ainda o seminário de Economia (que o querido professor não fez o favor de nos informar sobre o que é, nem a data da apresentação). Boa sorte, Sara, você vai precisar.
Mas essa semana também foi aniversário de Thay! Na quarta eu, ela, Carol e Amanda fomos pro Recife Antigo (palmas pra mim que consegui ir de ônibus sozinha!) e almoçamos juntas no maravilhoso Delta. Também fomos na linda Livraria Cultura e eu comprei Um Dia de David Nicholls, que eu tava doida pra conseguir, e duas edições das novas DC+Aventura e Marvel+Aventura.
É impressionante, toda vez que eu piso naquela livraria saio de lá com milhares de novos livros desejados na cabeça. Pena é que o dinheiro e o tempo não aumentam assim também, não é verdade?
Mas chegando ao fim do resumo desses dias – que ficou menor do que eu esperava – tenho que dizer que o desfalque nas fotos desse post se deve a falta de cabo da minha câmera preta (porque aqui também tem uma rosa). Desde que ela voltou do concerto (acho que até antes disso), ninguém tem notícias desse cabo. Então as minhas lindas fotos ficam lá, armazenadas, à espera de um milagre.
That’s it!
Go get your happiness!
xx, Sara Brito.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Cookies and Tea!
Unearthly – Cynthia Hand
Clara tem dezesseis anos e mora com a mãe e o adorável irmão mais novo, Jeffrey, na Califórnia. Sua mãe é uma Dimidius, filha de uma humana e um anjo, o que faz de Clara uma Quartarius; resumindo: ela tem sangue angelical, asas incluídas.
Na mitologia de Unearthly cada pessoa com sangue de anjo correndo pelas veias tem um propósito na Terra, algo que foi predestinado à fazer. Entregar uma mensagem, dar um empurrãozinho em vidas alheias aqui ou ali, salvar alguém. O livro começa com uma das visões de Clara, visões essas que são o modo como cada propósito é entregue ao seu destinatário. Em suas visões Clara vê um lindo garoto de costas à sua espera no meio de uma floresta atacada por um incêndio (ui!) e junto com sua atenciosa mãe deduz que irá ter que salvá-lo. Seria lindo se ela não tivesse que empacotar todas as tralhas e se mudar pra Jackson, em Wyoming, onde, a partir de detalhes coletados de suas visões, ela descobre que é o lugar onde o boy misterioso se encontra.
Então, a primeira coisa que Clara dá de cara quando entra na sua nova escola é Christian, sua obsessão, o garoto que ela só conhecia em visões, pelas costas e de perfil. Passado o susto, Clara luta para se aproximar de Christian (que, por acaso, tem namorada, como todos os bons partidos soltos por aí e que não jogam no outro time) e se concentra em desvendar os quatro Q’s (quando, o quê, porquê e como) da sua visão. Enquanto isso faz amizade com a meiga Wendy e a misteriosa Angela, além de ter o irritante, porém charmoso, Tucker (irmão gêmeo de Wendy) pegando no seu pé durante as aulas.
No cenário bucólico de Jackson, Clara tenta aprender a voar com sua mãe, que vai ficando mais e mais misteriosa com o passar do tempo, evitando falar sobre anjos e propósitos.
Os sentimentos de Clara por Christian se mostram confusos, e fica difícil saber se o que ela quer é dar uns gets nele ou se sua relação é puramente “profissional”.
A escrita de Cynthia flui suavemente, com pitadas de comédia e aventura. Grande destaque para as aulas de História Inglesa ministradas pelo professor Erikson. O cara dividiu a sala entre as classes sociais em voga na Europa da Idade Média, tipo um sorteio pra saber se você será parte do clero, da nobreza ou da servidão eterna. How awesome is that?? E os estudante ainda podiam acusar uns aos outros de bruxaria e votar pra saber se o réu iria pra fogueira. Gênio.
Todo o livro é pincelado por essa criatividade de Hand e to top it off, há um final revelador e que pode desgostar as mais conservadoras. Unearthly é simples e sem muitas surpresas, mas os detalhes peculiares e as relações aconchegantes valem a leitura. Um adorável Chick-lit!
O livro saiu mês passado, então só tem em inglês, mas pra quem se interessou pode se jogar no 4shared comprar na internet. Aqui tá o blog da autora.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
As Relíquias da Morte (spoiler!)
“Ouviu um grito terrível que arrancou suas entranhas, expressando uma agonia que nem fogo nem maldição poderiam causar, e ele se levantou, tonto, mais assustado do que se sentira naquele dia, mais assustado talvez do que já se sentira na vida…
E Hermione tentava ficar em pé entre os destroços, e havia três homens ruivos no chão, que estavam juntos quando a parede explodiu. Harry segurou a mão de Hermione e seguiram, cambaleando e tropeçando, sobre pedras e paus.
- Não… não… não! – alguém estava gritando. – Não! Fred! Não!
Percy sacudia o irmão, Rony estava ajoelhado ao lado deles, e os olhos de Fred estavam muito abertos e cegos, o fantasma de sua última risada ainda gravado em seu rosto.”
Harry Potter e as Relíquias da Morte, p.495.
Nunca chorei tanto lendo um livro.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Delírios de Consumo na 5º Avenida

Nesse livro Becky tá super animada pra se mudar para Nova York com seu namorado dos sonhos ( e que sonhos!), Luke Brandon. Mas morar na meca do consumo pode não ser uma idéia muito boa para um compradora compulsiva como Becky, capaz de comprar uma roupa de esgrima na esperança de virar dublê de Catherine Zeta-Jones, depois amiga íntima dela, conhecer Michael Douglas e a criança, ir visitar a casa deles e sair em uma revista como melhor amiga de uma celebridade.
Achei esse livro melhor que o primeiro. Tem muito mais Luke (6), mas uma coisa que eu acho legal nos livros da Sophie é que você não fica ansiosa pra chegar logo nas partes românticas. A Becky por si só se sustenta. Ela é suficiente pra lhe garantir muitas risadas e entretenimento. É uma das minhas personagens femininas preferidas. Ela é hilária, fofa, sensível, se preocupa com as pessoas, mas não tem o mínimo controle sobre seu dinheiro.
Obviamente as partes dela com Luke são muito fofas, Luke é maravilhoso, e depois que eu vi ele como o Hugh Dancy no filme, a coisa degringolou de vez. Ele só não é meu personagem literário masculino favorito porque antes dele vem o Michael da Meg. Desculpa Luke, mas ninguém barra o Michael.

A parte mais hilária pra mim, é a do casamento de Tom e Lucy. Eu ri horrores quando Luke diz que ao chegar a dama de honra olhou pra ele e gritou: "AH! Ele é de verdade!" Quando a Becky vai num convento e conversa com uma freira é sensacional:
"- E a cripta? Estaria interessada nisso?
- Não em particular Mas, honestamente, não se preocupe. Não estou entediada! Aqui é tão lindo. Tão tranqüilo. Igualzinho a A noviça rebelde.
Ela me encara como se eu estivesse falando grego e percebo que a mulher provavelmente está no convento há tanto tempo que não sabe o que é A noviça rebelde.
- É um filme... - começo a explicar. Então me ocorre que talvez ela nem saiba o que é um filme. - É tipo, imagens em movimento - digo cautelosamente. - A gente assiste numa tela. E havia uma freira chamada Maria..."
E a parte mais fofa é aquela coisa toda da encharpe Denny and George que também tá no filme. Aliás, eu achei o filme muito bom. Eles adaptaram os dois primeiros livros. Misturaram um pouco as duas histórias, de modo que os fatos não estão em ordem cronológica, mas eu adorei o roteiro, acho que não poderia ter ficado melhor. E Isla Fisher como Becky é fabulosa! Adoro os cabelos laranja dela.

Tô morrendo pra ler As Listas de Casamento de Becky Bloom. Ouvi dizer que nele rola o pedido de casamento mais lindo e criativo eva!
More later.
Much love,
Sara.
P.S.: Sempre quis me despedir como a Meg faz no blog dela. Mwahahahahhahaha!
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
O Ladrão de Raios

Acabei de acabar de ler O Ladrão de Raios da série Percy Jackson e os Olimpianos, escrita por Rick Riordan. No começo achei meio que parecido demais com Harry Potter; três amigos (uma inteligente, o principal e um bobo), uma profecia, casas dentro de uma 'escola'... mas continuei a ler. As semelhanças continuaram a aparecer, mas me desliguei delas e me concentrei na história. Bingo! É um livro super divertido e sobre uma coisa pela qual eu sempre fui fascinada: mitologia grega. Gostei muito da parte que eles vão ao Mundo Inferior, desde quando entram no edifício até o encontro com Hades (apesar de preferir o Hades azul de Hércules *o*). É legal o jeito que os deuses são muito modernos, é bem engraçado.
O livro tem como alvo pré-adolescentes (eu acho), mas isso não é um problema pra mim. Sempre gosto de ler essas histórias fantásticas para crianças, acho que minha cabeça nunca vai crescer. Sim, eu tenho síndrome de Peter Pan. Dizem por aí que Percy Jackson é o novo Harry Potter. I'll tell you what: NO FUCKING WAY!! Pode ir sentar lá, Cláudia, e esperar, porque pra nascer alguma coisa que chegue aos pés de Harry Potter tá longe. Bem longe. A milhares de anos luz de distância. Fui clara? Good.
Muitos já devem ter ouvido falar de Percy pelo filme que está nos cinemas, na verdade, foi assim que eu o descobri. E também pelo meu amigo Didier. Ainda não fui assistir, mas pretendo. Apesar de ter ouvido falar que vão ter algumas mudanças do livro, e ter confirmado isso pelo trailer. Humpf! Um motivo a mais para assistir o filme: Logan Lerman! Neném, tá lôco!! Ok, menos.

Favorite quote: "This is a pen. This is a PEN!"
xx
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Birthday, books and meme
Acabei finalmente de ler Wuthering Heights. *fogos* Eu já tinha lido uma adaptação bem fubeca e não tinha gostado tanto. O texto integral é bem mais interessante, Emily Brontë é brilhante. Sério mesmo, e a tradução ainda é de Rachel de Queiroz! Conclusão: nunca leia uma adaptação se você tem oportunidade de ler o texto integral. (y) A não ser que o livro em questão seja Os Miseráveis, que, por acaso, eu vi outro dia na Livraria Cultura, e, meu amigo, vou te dizer... me deu preguiça só de olhar. O próximo livro da minha lista é O Ladrão de Raios, vou começar a ler hoje.
Vou fazer aqui um meme que a Lilah fez no blog dela:
Gostaria de escrever como: Emily Brontë ou J. K. Rowling, as duas são geniais pra mim.
Escolher uma profissão é: difícil, mas se você se sentir bem se imaginando naquela profissão, vá em frente.
Socialismo é: maravilhoso, se pudéssemos implantá-lo.
Meu pai é: uma das pessoas especiais da minha vida.
Com música tudo fica: mais FELIZ, principalmente quando você pode cantar a plenos pulmões!
Com livros tudo pode: se tornar uma aventura.
Ser magoado só não é pior que: ser enganado.
O melhor da tv aberta se resume a: Mtv e Dragon Ball.
Meu computador representa: uma conexão com o mundo.
Se sofresse de uma doença psiquiátrica seria: loucura, definitivamente. Não sei o nome científico (?).
O que mais detesta nas pessoas: a capacidade que elas têm de odiar e não se importar com os outros.
Sorte no jogo ou no amor: nos dois!
Conhece o hino do seu estado: mas é claro! O hino mais bonito. "Pernambuco imortal,
imortal!"
Isso é tudo pessoal! (:
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
A lot of stuff.
So, here it goes:
A tão esperada viagem pra Itamaracá se concretizou e passamos três dias na piscina, falando besteira, comendo muito, rindo muito, muitas fotos, queimaduras de sol e etc.
Estudei feitouma louca até o fim de dezembro pro vestibular. Não fazia nada além de estudar. Parei com internet, séries, filmes, livros, vida. Mas finalmente isso acabou (Yahoo!) e eu passei em 4º lugar em jornalismo na Unicap. Agora só falta saber se passei na UFPE, que é a que eu quero mesmo, mas o resultado só sai em fevereiro! -_-

Tivemos nossa 'formatura' que, na verdade, foi só uma missa e depois teve bolo e comida e ficamos lá batendo papo, rindo e tirando fotos. Mas foi legal, nunca vou me esquecer dessa turma. E só pra frisar: tínhamos QUATRO casais na sala; Aline e Nelson, Tina e Juan, Júlia e Max e Jonas e Dandara. Não sei porque eu tô falando isso aqui mas acho legal. Só quem não achava legal eram os professores que sempre pegavam no pé dos casais, que ficavam grudados TODAS as aulas. A não ser quando brigavam. Aliás, era muito fácil saber quando eles estavam brigados, era só olhar se eles estavam sentados grudados, ou um em cada canto da sala. Acho que se a gente fosse passar mais um ano na escola eles iriam reivindicar cadeiras duplas. Sério.
Eu decidi colocar um piercing no nariz, igual ao meu amigo João Vitor, de quem eu fiquei mais amiga no fim desse ano. *-* Pitty tem um também. Mas minha querida e maravilhosa mãe não quer deixar eu colocar!! -.-" Só um recado pra ela: o nariz é MEU, e daqui a NOVE DIAS eu faço 18 anos. Obrigada.
Passei o Natal e o Ano Novo no interior, onde mora toda a família da minha mãe. Foi até legalzinho...comprei um vestida LINDO que tem um bocado de coisas do UK desenhadas!
Arrumei meus livros no quarda-roupa e eles ficaram TÃO lindos!
Ah, eu também fiz um tumblr e ele é o meu mais novo vício.
Sei que esse post tá uma merda então vamo acabar logo com isso.
xx

