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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Valeu, whats!


Eu queria saber por que agora o aplicativo Whatsapp - não contente em destruir relacionamentos colocando essa bendita visualização mas ainda na cara do indivíduo - coloca em ordem de prioridade as conversas ainda não respondidas (ou seja, aquelas em que você está sendo ignorada). Enquanto isso, as pessoas que realmente lhe amam (chamadas amigas) ficam em segundo plano, levadas para baixo pelo simples fato de que estão lhe respondendo melhor que outros idiotas. 

Aí agora toda vez que a gente abre esse aplicativo de satanás, é necessário passar por todas aquelas pessoas que não te respondem, e olhar para a cara de todos os boys idiotas para poder chegar nas pessoas que realmente importam. 

Obrigada, whatsapp, eu realmente precisava disso.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Se é amor transborda

É tanto amor pra dar que não cabe em mim. Tenho que colocar pra fora. Faço isso de bom grado e com uma alegria que só o ato de servir é capaz de trazer. Não é como se eu conseguisse manter esse amor recluso dentro de mim, ele tem que sair. De outro modo, explodo em uma crise de nervosismo e ansiedade. Sou um ser social, apesar de não ser sociável. Mas no meu cerne está a convivência e a servidão para com os meus. 

Triste é ver as pessoas encararem, hoje em dia, a pura e simples servidão amorosa com estranheza. Isso vem a cada dia mais me assustando. Ninguém mais faz nada sem esperar retribuição. 

Posso dizer que faço não por me sentir superior, mas por não conhecer outro caminho. Esse é o meu caminho dos tijolos amarelos e por mais que ele me espanque, me decepcione e tire até sangue e felicidade de mim às vezes, eu estou atrelada a ele desde que nasci. Não consigo viver a indiferença, viver com indiferença. Não consigo não procurar saber, não insistir para um encontro, não ligar, não me doar. Não consigo não fazer tudo que está ao meu alcance para ver um sorriso no rosto dos meus amigos e amigas. 

E se, pelos acasos da vida, um amigo ou amiga perde esse sorriso eu não fico em paz. É como um cuco dentro da minha cabeça, que me lembra a intervalos regulares que uma parte de mim não está bem. Eu não consigo conviver com uma parte de mim doente desse jeito. Porque cada pessoa que me é cara é sim uma parte de mim. Uma parte indissociável de mim.  

Eu tenho que ir lá e fazer o que posso pra chamar de volta o sorriso que me acalma. Acaba sendo uma coisa meio egoísta. Mas se todos os egoísmos passassem pela servidão espontânea, acho que estaríamos muito melhores. 

quinta-feira, 11 de abril de 2013

You're so lucky!


Renato, eu e Camila arrasani!
Não existem muitos shows de bandas estrangeiras na minha cidade. Agora é que Recife tá começando a entrar no circuito de shows bafônicos. (Apesar de que eu fui pra shows da minhas bandas preferidas na minha linda cidade: RBD em 2006 e McFly em 2009 - yeah, these are my favorite bands, deal with it.) Também já teve Jason Mraz, Jack Johnson, Black Eyed Peas, Iron Maden e Elton John. Pensando bem está bem adiantado o bagulho. 

Mas tem uns arrependimentos que eu sinto por não ter ido para certos shows por puro desleixo. Tipo o de Amy Winehouse que teve aqui e eu não fui, logo depois ela morreu. Nunca mais a verei ao vivo, triste. Paul McCartney também veio e eu não fui, tive que ficar aguentando todo mundo comentando o quanto o show foi MA-RA-VI-LHO-SO.

Então, quando saiu a notícia de que Franz fucking Ferdinand iria aportar aqui eu não pestanejei e comprei logo o ingresso. Mesmo sem ter ninguém pra ir comigo. Mesmo só tendo escutado os dois primeiros álbuns deles e sem saber todas as músicas decoradas. Mesmo sem ter escutado eles há um tempo. Por vários dias fiquei implorando a todos que conheço para alguém ir comigo. Nada. 

Já faz um tempo que decidi não esperar por ninguém para ir a lugar nenhum. Aprendi que dá muito mais futuro, e não se perde nada com isso, pelo contrário, se ganha. Já deixei passar muita coisa por falta de companhia. I'll tell you what: não mais. Antes só do que nunca. Então decidi não vender meu ingresso e esperar que aparecesse alguém, por mais desconhecido, pra ir comigo. Do contrário, eu iria sozinha.

Até que, tchanram!, aparece Renato, recém-chegado de Portugal e de ingresso comprado! Posso falar, eu não poderia ter arranjado companhia melhor. Assisti ao show com ele e uma amiga dele, Camila. E foi awesome (não existe palavra em português que se compare a essa e que não seja palavrão)! Mesmo eles tocando muitas músicas do CD que nem saiu ainda e que eu não conhecia, eu pulei tanto, suei tanto, dancei tanto e gritei tanto que fiquei rouca. Acho, acho não, tenho certeza, que quando uma banda é boa, ela é boa mesmo quando você não sabe todas as músicas de cor. Isso não importa quando se pode dançar, gritar e se divertir com pessoas legais.

Mesmo sem isso, a parte em que eles cantaram Do You Want To já valeu os 100 dinheiros que eu paguei pelo ingresso.

Foto: Katherine Coutinho/G1

terça-feira, 19 de março de 2013

Lisa e Monsieur Tempo


Lisa  achava que suas amigas estavam crescendo rápido demais. Enquanto ela continuava desejando e gostando das mesmas coisas, as outras passaram a se importar mais com coisas diferentes, coisas de adulto. E ela não havia percebido isso até agora.

Rita, Cláudia e Aurélia se preocupavam tanto e tão intensamente, que Lisa se perguntava se não era ela a errada por não levar tudo tão à sério. Era um corre-corre, um "não posso agora" insistente. Lisa se perdia. Não conseguia mais o contato, outrora tão fácil. 

Até mesmo as conversas eram difíceis na vida de Lisa. Ela lembrava com inveja do seu eu de tempos atrás, que ficava leve de risadas com as amigas não-adultas, quando trocavam bobagens sem sentido depois da aula. Agora todas têm trabalho, todas têm aulas extras, todas têm cansaço, todas querem ir pra casa.

Nada de lamches divididos, nada de tempos tranquilos, nada de cabanas feitas com lençóis.

Lisa entendeu que o Monsieur Tempo é bem mais forte que ela e pode levar quem quiser com ele. Monsieur Tempo já tem suas amigas bem comportadas debaixo de suas asas. Lisa se deu conta de que a única coisa que Monsieur Tempo não pode levar embora é ela própria.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Meu Carnaval 2013

O Bata no Antigo abrindo o Carnaval.
Isso é uma irmã aí que eu tenho.
Depois do Mangue.
Hey, hey - hey, hey, hey!
Tira lama!

Última saída do Batadoní em 2013.
Eu queria ter fotos mais variadas, porque essas somente não descrevem a riqueza, a loucura e a diversão que foi o meu Carnaval desse ano. Fiz como se deve e realmente aproveitei, só voltava para casa para dormir, isso quando voltava! Já no sábado quase pedi penico, meus pés, minhas pernas, meus joelhos e minhas costas doíam. Mas a gente arruma um jeito de esquecer tudo isso e continuar. Descansar só na quarta!

Na sexta toquei com o Batadoní no Recife Antigo e foi a coisa mais linda, quiçá a melhor tocada da minha vida. Todo mundo com roupinha igual, todos se arrepiando quando o estandarte surpresa foi descoberto. Uma energia de união e entrega muito boa. E não choveu! ÊÊÊ! Até aquele boy magia do Gabriel Braga Nunes veio nos ver e, me disseram, que ele só olhava pra mim. Eu não o vi, mas, como diria Seth Cohen, já estou no radar dele! hahahahaha

De manhã no sábado foi acordar cedo para ir para o tradicional bloco da lama Manguebeat. Eu acho que é uma das partes mais divertidas do Carnaval. A cara de todo mundo na rua quando a gente passa. Sem falar que todo mundo abre para não ter que encostar em nosotros. É uma maravilha! O grito de guerra desse ano foi uma paródia do grito oficial deles: "Ei, óia, boy magia é bóia!", que é muito melhor e promete muito mais do que "Ei, óia, maconheiro é bóia!". Vamos combinar, né? Depois teve a Troça Carnavalesca Futebolística Jornalística Cervejeira Unidos da Paulo Francis (não sei se tá certo, mas a ordem dos fatores não altera o resultado) com o povo da faculdade, que foi a bagunça de sempre, mas é assim que a gente gosta. O porta-estandarte, que nem é de jornalismo, deu até entrevista se passando pelo Presidente da Copa e da Troça. À noite fomos pro Antigo. A gente teve que andar da minha casa até casa de Nyna-uns 2,5 km, de acordo com o Google Maps-, depois da parada de ônibus na Avenida Mário Melo (de quem foi essa ideia idiota de colocar essa parada lá?) até o Antigo. Nem foi tão bom, mas é a vida. 

No outro dia tivemos que voltar da casa de Nyna para minha casa (outros 2,5 km a pé, coisa básica) para finalmente usar nossas fantasias no Enquanto Isso na Sala da Justiça. Apesar de ninguém ter percebido, a gente foi de Village People, que fique aqui registrado. Tomamos Caipfruta de Seu Nerino, claro, tradição desta vez bancada por Nyna. Mas tive que sair correndo, antes do bloco sair, para tocar no Tira Lama. Foi massa também, um calor dos infernos. Depois saí pra Olinda com Luiza e Vanessa. Fiquei em casa à noite porque não tinha quem me arrastasse para o Old Recife.

Segunda ficamos tirando onda  por Olinda com um megafone. Foi muito divertido, rimos bastante! Teve feijoada, que todas comeram. Terça o Batadoní tocou de novo e à tarde mais Olinda e mais diversão. À noite fomos pro Recife Antigo de novo, mais porque tudo já ia acabar do que por qualquer outra coisa. Mas perdemos o show de Mamelungos e tivemos que ver o de Caetano Veloszzzzzzzzzzz. 

Depois voltamos pra casa para dormir e de repente acordar na ingrata quarta-feira de cinzas. É triste, mas é a vida. Quem brincou, brincou, quem não aproveitou, só ano que vem!  

domingo, 13 de janeiro de 2013

A menina, a câmera e o guarda-roupa #13: casa de Nyna antes da UK








Talvez a melhor coisa de sair pra night com asamigue seja aquele tempinho em que está todo mundo se arrumando junto e falando besteira, e dizendo as outras como elas estão lindas e que tanto faz a blusa que escolher elas continuarão lindas, e como você tem que se jogar no chão pra recuperar o batom que caiu embaixo da cama, e lembrar a todas que como uma tia dizia, tínhamos sempre que passar um pouco de perfume entre os peitos. Tem também a parte de olhar o evento no Facebook e ver quem confirmou presença e a parte das fotos estranhas/espontâneas/cafuçu.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Uma amizade preguiçosa


"Mas uma amizade sincera queria a sinceridade mais pura. À procura desta, eu começava a me sentir vazio."* 

É no mínimo estranho as duas palavras na mesma citação, e sem mostrar oposição. Amizade e vazio. Mas é possível que se sinta e viva as duas. Não sei se é o começo, no final ou só uma fase que passa. Até mesmo algumas fases, afinal, tudo é ciclo. O fato é que chega uma hora em que mesmo sabendo que a amizade é sincera e que o outro não tem culpa, é duro viver com o vazio. O vazio de dias sem uma palavra trocada, sem um encontro, sem saber o que foi que se fez no dia anterior, sem saber o que se pretende fazer. Tudo poderia se resolver tão facilmente: uma ligação sincera, uma visita. 
Não sei se é a preguiça dos dois lados. Pode também ser a espera pelo outro, a espera da tomada de atitude alheia.
E o tempo vai passando.
É mais difícil ainda nesse tempo de Facebook. É um tal de contato falsificado e muitas promessas, "a gente tem que marcar de se ver". 
Promessas não preenchem vazios, se o afetam de algum modo, deve ser aumentando-o. Sem contato, os lados permanecem "cheios apenas de amizade"*.
E o que se pode fazer quando nada se faz?
"O mais que podíamos fazer era o que fazíamos: saber que éramos amigos."*



*De Clarice Lispector, Uma amizade sincera.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

A menina, a câmera e o guarda-roupa #9: Letty


Leticinha era uma menina que queria fazer biologia, mas adorava comer animais. Ela era amiga de Sara há muito tempo. Elas se divertiam muito juntas, gostavam praticamente das mesmas coisas. Leticinha, também conhecida como Letty, sempre usava o combo calça jeans, blusa e all-star, até que um dia ela se apaixonou e resolveu vestir um macacão de florzinhas com uma sapatilha de lacinho.

Beijo, beijo,
Sara.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Iguanas










No meu aniversário, ano passado, eu e algumas amigas dispostas fomos para um nightclub (The Pub) comemorar. Como a data é em janeiro, verão no hemisfério sul, todas (ou a maioria) das almas de Recife, Pernambuco, fogem para as praias do Estado e a cidade fica quase vazia. O que não ajudou muito na nossa comemoração, já que o The Pub também estava deserto. (Sério, ao longo da noite acho que só umas 30 pessoas passaram por lá, 50% acima dos 30.) E depois eu voltei pra casa frustrada porque nada foi como tinha pensado.

Então foi natural eu pensar que esse ano seria a mesma coisa. Com o agravante de que já é Carnaval, a cidade bomba com as prévias (no mesmo dia acontecia a do Guaiamum Treloso) e ninguém tem saco pra ir para discotecas. Fiz um evento no Facebook chamando umas trinta pessoas (da faculdade e do colégio), umas sete pessoas confirmaram lá, mas como de praxe em eventos organizados pela rede de Mark, o número que realmente apareceu foi mínimo: duas pessoas, no caso. Eu poderia ter arrumado outra maneira de comemorar. Mas já tinha marcado com o povo do curso de Inglês (há um ano tentamos sair pra dançar) e não podia desmarcar com eles mais uma vez. Sem nenhuma expectativa então, lá fomos nós para o Iguana Café.

And boy did I have fun! As probabilidades não poderiam estar mais enganadas. Nos divertimos horrores na sexta caliente! Não tinha muita gente bonita, mas tinha gente – e o melhor, gente animada. A maioria das pessoas que eu chamei não foram, mas as que foram com certeza fizeram valer a pena. Pra quem não sabe, o Iguana fica no mesmo lugar onde era a finada The Pub. Vou parecer baba ovo e não estou recebendo nada para falar isso, mas que trabalho excelente que fizeram na mudança! A decoração é linda, cheia de caveiras e no melhor estilo mexicano. Onde antes ficavam só os sofás, foram pintadas casinhas típicas e os assentos se tornaram coloridos. Os esqueletos que descem do teto parecem que vão pular a qualquer momento. O palco foi diminuído para abrigar também uma pickup latina e um palquinho para os dançarinos. Tem dançarinos! Animam todo mundo enquanto dançam na pista e no balcão do bar. Enfim realizei meu sonho de dançar no balcão do Iguana. E para os que desejarem, tem aquele negócio que você bebe tequila e alguém sacode sua cabeça.

Tive flashbacks da noite ruim do ano anterior e também da outra noite tão boa que mais tarde se tornou horrível, mas só por alguns minutos. O melhor foi que recebi minha primeira mensagem multimídia (creia) de uma pessoa linda que se esforçou, mas no último minuto não conseguiu ir. Sério, amiga, foi como se estivesses lá.

Meu trauma passou. Há tempos não me divertia tanto.

sábado, 29 de outubro de 2011

#Dia 15 – Uma fotomontagem

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Família feliz almoçando. SEM ADULTOS! UHUUUL!!

P.S.: Vou tentar terminar esse meme. Só faltam mais 15!

sábado, 9 de julho de 2011

Of course the world wants to know it, Sara!

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Estava pintando minhas unhas enquanto esperava Juli chegar. Resolvi sair da minha área de segurança e coloquei uma cor mais clarinha. Meu lema sempre é: se não dá pra ninguém ver, não tem necessidade de pintar as unhas, e acho cores quase transparentes muito sem graça. Mas gostei tanto dessa cor! É um rosinha claro da Risqué, e eu sei que tem um nome, mas já guardei a caixa de esmaltes e tô com preguiça de ir olhar de novo.

Nem sei porque tô fazendo esse post sobre esmalte… Enfim, Juli já chegou porque hoje vamos a um show de Faringes da Paixão e de uma banda cover de Los Hermanos aqui perto de casa. Claro que vamos com o resto da trupe todinha (só faltando Letty). As esperanças e expectativas não estão tão lá no alto, mas esperança é bicho difícil de acabar então tô me concentrando na diversão com azamiga que não vejo a um tempo considerável.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

CPF, trabalhos e livros.

Toda semana fico pensando em escrever aqui e acabo nunca escrevendo e acumulando um bocado de coisas. Mas vou tentar dar uma resumida.

Primeiramente, a CPF acabou. É triste, todo sábado vamos ficar pensando “Ah, bem que podia ter jogo e festa hoje, né?”. Ninguém mais vai ficar dando F5 no blog de hora em hora em busca de informações e fotos comprometedoras. Acabaram-se os jogos com as narrações fantásticas dos lances maravilhosos.

DPC 026 Concentração descontraída do DPC.

DSC_1042Eu, em toda minha glória, esperando pra bater o pênalti que perdi em seguida.

Mas vai ser bom ter minhas tardes de sábado de volta, pra assistir filmes, ler ou fazer o que der na telha. E também vai ser bom não voltar pra casa com a roupa e o cabelo fedendo (muito) a cigarro, e ter que colocar a roupa de molho no dia seguinte e lavar o cabelo três vezes seguidas. Dica para os fumantes mal educados: tá a fim de ficar fedendo e morrer? Faça sozinho! Ninguém é obrigado a ficar inalando sua fumaça nojenta em um ambiente FECHADO!

DSC_0618 Nós baphando ao som de Bad Romance no Paulo Francis Stadium.

Vai chegando o fim do semestre e os trabalhos vão jorrando sem controle, os estudantes que se virem pra dar conta de tudo. Essa semana que passou foi mal dormida, corrida e trabalhosa, mas no fim deu certo. Trabalho (imenso) sobre Harry Potter e as Teorias do Jornalismo terminado, apresentado e até sugerido para publicação pela professora! Yay!

Mas nem tudo são rosas. Ainda falta o artigo e a notinha reformulada de Psicologia, o seminário de Comunicação Comparada, o artigo opinativo/reportagem para Rádio e Tv de Ética, o pré-projeto reformulado de Métodos de Pesquisa e ainda o seminário de Economia (que o querido professor não fez o favor de nos informar sobre o que é, nem a data da apresentação). Boa sorte, Sara, você vai precisar.

Mas essa semana também foi aniversário de Thay! Na quarta eu, ela, Carol e Amanda fomos pro Recife Antigo (palmas pra mim que consegui ir de ônibus sozinha!) e almoçamos juntas no maravilhoso Delta. Também fomos na linda Livraria Cultura e eu comprei Um Dia de David Nicholls, que eu tava doida pra conseguir, e duas edições das novas DC+Aventura e Marvel+Aventura.

É impressionante, toda vez que eu piso naquela livraria saio de lá com milhares de novos livros desejados na cabeça. Pena é que o dinheiro e o tempo não aumentam assim também, não é verdade?

Mas chegando ao fim do resumo desses dias – que ficou menor do que eu esperava – tenho que dizer que o desfalque nas fotos desse post se deve a falta de cabo da minha câmera preta (porque aqui também tem uma rosa). Desde que ela voltou do concerto (acho que até antes disso), ninguém tem notícias desse cabo. Então as minhas lindas fotos ficam lá, armazenadas, à espera de um milagre.

That’s it!
Go get your happiness!
xx, Sara Brito.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Dia de sábado.

Fazia dias que eu queria ir no parque da Jaqueira. Sentar lá e ficar lendo bem no estilo de romances ingleses do século XIX, naquele tempo que não se tinha muito o que fazer e as pessoas ainda tinham tempo de prestar atenção nas coisas pequenas (e boas!) da vida. Então, depois de muito encher o saco das pessoas e marcar e não dar certo, finalmente conseguimos, uma semana atrás.

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Depois de pegar o ônibus e descer na parada errada, procurar um lugar na sombra e com grama, desembrulhamos a farofa e ficamos lá; colocando o papo em dia, tirando fotos, prestando atenção nos arredores, reclamando porque Ceci não trouxe o lençol de casal dela pra forrar o chão, invejando a toalha de outras pessoas e comendo! Biscoitos recheados, Coca-cola e salgadinhos. Ah, se eu soubesse que isso seria a única coisa a abrigar meu estômago até as 20h!

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Depois de um tempo até Thiago não resistiu e se juntou à nossa reunião calorosa. Juli se rendeu à lista de contatos do celular dele e começou a ligar loucamente pra os amigos. Inclusive para um em especial que se parecia com Raj de The Big Bang Theory, não fisicamente, mas na peculiaridade de temer falar com mulheres. Toda vez que ela ligava, ele desligava na cara dela, sem falar nada!

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E enfim, fomos ao colégio de Thiago, lá perto, onde ele e seus amigos (incluindo Raj) ensaiariam para a abertura dos Jogos Internos. Todos lindos dançando Mulan, muito massa! Quase fui ensaiar também… queria dançar Mulan.

Pegamos um ônibus para o Recife Antigo e fomos à Livraria Cultura. Depois de muito pensar e analisar comprei dois livros, A Guerra dos Tronos e Juliet, Naked. Painho foi me buscar e voltei pra casa, para só então, enfim, me alimentar novamente!

Temos que repetir esse passeio bucólico. Tô pensando nesse sábado, se Recife não estiver se acabando em chuva como tem estado esses dias. Se bem que o sol saiu hoje.

terça-feira, 1 de março de 2011

Mudanças e retornos.

Resolvi o que vou fazer com esse blog. Ele tá meio indefinido, ninguém sabe se é de fofoca, de lamentos ou opinião. Tinha resolvido há pouco tempo que seria de opinião, tinha até decidido o nome das sessões, mas acho que tem que ser ou uma coisa ou outra. Então a parte de resenhas vai ficar no WorldWideBy, que eu faço junto com Carol e Thay, e a parte pessoal permanecerá aqui.

Pra começar vou falar que não aguento mais ver WH- questions no curso de inglês. Já vi WH- questions na escola, já vi WH- questions no meu primeiro curso de inglês, já vi WH- questions na Cultura Inglesa. Eu não fiz um teste de nivelamento à toa, sabe? Eu deveria estar no próximo nível, mas não posso porque não tem vagas. Tá decidido; ou eu avanço para um nível onde não tenha que revisar jobs três vezes por semana depois de ter passado uma hora no ônibus da faculdade até o curso, ou eu saio dessa budega.

O primeiro dia de aula na faculdade foi lindo. Reencontrei as amigas queridas que eu tava com tanta saudade, conversamos, fofocamos sobre a vida alheia, tudo na mais perfeita. O CAC tá maravilhoso como sempre, cheio de pessoas loucas e estranhas, com um acréscimo: os calouros, que ainda não se habituaram à essa mistura de personas. Vi tanta gente nova! Por mais que eu não quisesse recomeçar as aulas, chegando lá descobri o quanto sentia falta daquilo tudo. Me peguei até assistindo aula com vontade, uma sensação de reconhecimento e conforto.

O meu medo é o retorno daquela sensação solitária de sempre, de que todo mundo tem alguém exceto eu. Na verdade ela já começou lentamente a se formar de novo dentro de mim. Eu tava tão bem nas férias, mergulhada na ficção e sem me preocupar com o depois. Mas bastou subir no ônibus, chegar na faculdade e ver todos aqueles casais enamorados ao meu redor que tudo voltou. Mas tentarei fechar os olhos diante deles, não quero repetir a agonia dos últimos dias do semestre passado.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Popcorn and Coke

Onde Vivem os monstros

ondevivemosmonstros_3 Max é um garoto de oito anos com a imaginação a pleno vapor. Sua mão e sua irmã mais velha no entanto, parecem não encontrar tempo para suas histórias e invenções. Max então descobre um mundo novo, com criaturas desconhecidas que parecem lhe dispensar mais atenção que sua própria família e que o proclamam rei logo na sua chegada.

O visual do filme é belíssimo, junto com sua simplicidade. Os takes crus dos cenários naturais (florestas, oceano e deserto) desprendem uma sensação de imensidão e liberdade que ilustram o que o pequeno Max começa a viver com seus novos amigos. Os monstros, à exemplo dos humanos, têm, cada um, sua personalidade característica e diversa, e, por isso, não estão livres dos conflitos da convivência. Um deles, Carol, vê me Max um pacificador, o rei que pode fazer com que todos se dêem bem e parem de brigar. É aí que as coisas complicam para Max, quando ele não corresponde às expectativas de Carol.

A ilha onde os monstros vivem se mostra uma metáfora da alegria e inocência da infância. Ninguém precisa se alimentar ou se banhar, todos dormem amontoados em uma pilha e ao menos sinal de tristeza ou desentendimento tudo se resolve com uma guerra de lama. É essa simplicidade e despreocupação que cativa a atenção do público crescido; deve recordá-los como as coisas eram fáceis alguns anos atrás. É irônico portanto que meu primo de dez anos, que assistia ao meu lado, tenha soltado um “Eu acho esse filme muito besta.” Talvez seja verdade o que eles dizem, que a grama mais verde é sempre a do vizinho.

onde-vivem-os-monstros-cinema-SaladaCultural.com.br-605

Onde Vivem os Monstros é ingênuo e encantador, reflete as características da infância, mas lhe fará pensar em questões mais complicadas, como a convivência e o atropelo do mundo em que vivemos. Nos faz querer largar todas as preocupações e reviver a fase mais feliz da vida.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

As Relíquias da Morte (spoiler!)

“Ouviu um grito terrível que arrancou suas entranhas, expressando uma agonia que nem fogo nem maldição poderiam causar, e ele se levantou, tonto, mais assustado do que se sentira naquele dia, mais assustado talvez do que já se sentira na vida…
E Hermione tentava ficar em pé entre os destroços, e havia três homens ruivos no chão, que estavam juntos quando a parede explodiu. Harry segurou a mão de Hermione e seguiram, cambaleando e tropeçando, sobre pedras e paus.
- Não… não… não! – alguém estava gritando. – Não! Fred! Não!
Percy sacudia o irmão, Rony estava ajoelhado ao lado deles, e os olhos de Fred estavam muito abertos e cegos, o fantasma de sua última risada ainda gravado em seu rosto.”

Harry Potter e as Relíquias da Morte, p.495.

Nunca chorei tanto lendo um livro.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Compras, fantasias e Natal.

Esse domingo fomos eu e a família no centro da cidade comprar os enfeites de Natal. Pegamos uma árvore maior (de um tamanho digno, porque a que tinha aqui batia no meu joelho), bolas douradas, enfeites que incluem: um boneco de neve esquiando, um urso vestido de Papai Noel, renas, anjos e estrelas. Fiquei chocada quando vi que o boneco mais lindo que eu tinha pego, e nem era tão grande assim, custavam CINQUENTA reais. Coloquei ele confortável de volta na prateleira para esperar o dia em que eu vou enriquecer. Teve também um Papai Noel atarracado que já está ao lado da televisão, na sala de estar.
Aproveitando a ida ao centro, compramos muitos enfeites também para nós. Brincos, anéis, colares (um daqueles com nome escrito em itálico-no caso, Peace-, e um com um pingente de leme), cinto preto com laço, diademas, duas flores para colocar no cabelo (assim eu posso imitar Vicky). 
IMG_5312 Segunda as meninas vieram aqui, só faltou a Judd. E rimos como há muito tempo eu não ria. Também decidimos (enfim!) nossas fantasias pro carnaval do ano que vem. Gostei muito do tema, mas ainda não estou muito segura com a minha. Sei lá… não me vejo bem com uma roupa de malha apertada.
E ontem tava procurando receitas pra ceia de Natal daqui de casa. Achei umas típicas inglesas que me chamaram a atenção(cranberries sauce e bread sauce). Acho que vou tentar me aventurar com elas! E ainda achei um site que explica as principais tradições britânicas; agora já sei porque eles usam coroas de papel nas ceias e aniversários.
Agora tô indo terminar o artigo final de Português IV que estou fazendo com Carol. Acabaremos isso hoje e não se fala mais nisso!

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