quinta-feira, 25 de abril de 2013
sexta-feira, 19 de abril de 2013
segunda-feira, 8 de abril de 2013
A menina, a câmera e o guarda-roupa #15
Colar: emprestado da minha tia
Sapato: Arezzo (tem bem uns três anos)
terça-feira, 19 de março de 2013
Lisa e Monsieur Tempo
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Não tá fácil pra ninguém
“É como o enigma da esfinge. Por que há tantas mulheres solteiras e nenhum homem solteiro?” Eu tenho que concordar com você, todos os bons partidos estão comprometidos. E só as fortes e sortudas conseguem agarrar um desses no pequeníssimo hiato em que eles se encontram disponíveis, entre um relacionamento e outro. Eu não sei em Manhattan, mas aqui em Recife existe um motivo simples e triste para isso tudo. Tá faltando homem. De acordo com dados do IBGE, entre os 20 e os 29 anos de idade, amiga, há 12 mil mulheres há mais que homens. E quanto mais se aumenta a idade, mais a diferença aumenta. Agora você pode passar essa informação na cara das tias que sempre perguntam “cadê o namorado”.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Indícios apontam existência de vida inteligente no Sítio Histórico
Tudo isso a gente aguenta feliz e de sorriso aberto porque, afinal, é Carnaval! E, amiga, por mais que a gente ame esse pedacinho da cidade todos os dias do ano, nunca se ama tanto esse lugar quanto durante os quatro dias de Momo.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Jornalismo da Depressão
domingo, 13 de janeiro de 2013
A menina, a câmera e o guarda-roupa #13: casa de Nyna antes da UK
Talvez a melhor coisa de sair pra night com asamigue seja aquele tempinho em que está todo mundo se arrumando junto e falando besteira, e dizendo as outras como elas estão lindas e que tanto faz a blusa que escolher elas continuarão lindas, e como você tem que se jogar no chão pra recuperar o batom que caiu embaixo da cama, e lembrar a todas que como uma tia dizia, tínhamos sempre que passar um pouco de perfume entre os peitos. Tem também a parte de olhar o evento no Facebook e ver quem confirmou presença e a parte das fotos estranhas/espontâneas/cafuçu.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
A city without Christmas is a sad city.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Volta às aulas
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
A vida no andar de baixo
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
English exercise
people or things that encourage me
- my dreams
- other's success
people or things that cheer me up
- my friends
people or things that discourage me from doing something
- lazyness
people or things that get me down
- mean people
people or things that make me stick with it
- Harry Potter
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Sete ônibus ao dia
Enquanto minha federal está de greve, minhas irmãs só pensam em estudar e nem com elas (que deveriam me babar e não o contrário) consigo ter uma conversa maior do que os dez minutos no café da manhã antes de todas sairmos. Minha mãe também não parou em casa essa semana.
Ontem foi o ápice. Devo ter batido um novo recorde olímpico; peguei sete (SE-TE) ônibus ao longo do dia. E eu tenho um problema com ônibus. Não posso passar muito tempo neles que a solidão sobe e senta bem ao meu lado. Deve ser toda essa gente que passa, senta, vai, volta, conversa, fala ao telefone, desce; e eu ali, no mesmo lugar, sem sair. No fim do dia eu já não aguentava mais.
Hoje de manhã a minha ansiedade estava estratosférica. Me segurei para não ligar para a mesma amiga da segunda. Liguei pra outra, mas tenho que aprender que as pessoas não estão disponíveis para mim 24h por dia. Elas não têm tempo para ficar batendo papo.
Eu odeio Facebook. Pra mim, Mark Zuckerberg é um megalomaníaco controlador. Só uso porque é o meu contato com as coisas da faculdade e com amigos que de outra forma não conseguiria alcançar. Eu tento entrar o mínimo possível. Mas quando eu estou ansiosa e querendo desesperadamente falar merda com alguém, eu entro e não canso de apertar Home de cinco em cinco minutos. No momento em que estou fazendo isso eu sei que é uma atitude patética. Sei que é minha ansiedade. E sei que não é uma rede social idiota que vai conversar comigo e fazer minha solidão passar.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Ele não vem.
É meio estranha essa sensação. O pior é que ela é recorrente; de repente vai embora, mas sempre volta. É inquietante, angustiante, chata, irritante. Uma espera sem fim que me faz apertar o f5 dez vezes por minuto, mesmo sabendo que nada acontecerá quando a página voltar. Não pode acontecer. O que eu preciso não é virtual, não aparece como mágica na tela do computador. Talvez para algumas pessoas felizardas, não para mim. Mas o alívio também não vem na vida real, no entanto. Como mágica, nela também não aparece. Nela acho que é até pior. E a espera continua. Por algo que não vem.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
A menina, a câmera e o guarda-roupa #3
Minha mãe tirou as fotos, então desconsiderem o pouco enquadramento.
Eu queria tanto postar aqui regularmente, mas tô mais ocupada que telefone de fofoqueira. Neste momento estou me atrasando para pegar o GOL (pra quem não sabe, Grande Ônibus Lotado) só para postar. Isso porque me acordei às 4h para ler a pesquisa e fazer as perguntas para a matéria que tenho que fazer para amanhã. Não terminei de ler o texto que o professor de Crítica de Cinema pediu (farei isso no ônibus), muito menos fiz a resenha. Perdi meu dia ontem indo pra uma aula improdutiva (chega a ser hilária de tão inútil) e nem tive orientação para o meu projeto que, por sinal, preciso acabar.
Ah, e o sono mandou lembranças!
sábado, 22 de outubro de 2011
A menina, a câmera e o guarda-roupa.
Coincidentemente honrando o post anterior estou eu vestindo essa camisa que pintei com essas duas mãos que vos escreve, baseada em alguma coisa que vi no tumblr dia desses. Se meu status continuar do jeito que está, coberto de teias de aranha, vou continuar esperando o vampire viking pra sempre ou serei obrigada a mudar o status do Facebook, só para ele não se tornar obsoleto.
Desenterrei essas botas All-Star que eram a sensação nos meus tempos de 5º, 6º, 7º série. Era assim: eu e minhas amigas éramos punks, sim, punks. E para fazer jus à nossa tribo, nos produzíamos vestindo invariavelmente: saia jeans, blusa preta, olhos bem escuros e essas botas. Depois nossos pais nos levavam ao cinema (que fica dentro de um shopping), e lá liberávamos toda a nossa fúria, comendo pipoca e assistindo à mais nova comédia romântica americana.
Mas o que importa mesmo é Eric Northman, um beijo, seu lindo!
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Recife Frio
Brrrrrr!! Acabei de sair do banho, CONGELANTE, diga-se de passagem. Recifense não aguenta baixas temperaturas. Se bem que nesse “inverno” não vamos presenciar nada abaixo de 27° C. Mas se isso que eu tô presenciando é 27° C, minha amiga, é frio sim! Fico tremendo se não tiver de casaco. É cada vento horripilante que vô te contar. Agora mesmo tô de calça, camisola, casaco e meias.
Nem precisa de menos graus, essa temperatura já tá ótima pra o recifense ter o gostinho de se sentir. Até as vendas de café, chocolate quente, vinho e fondue aumentaram. Nas ruas você não sabe mais se tá na Europa ou no Nordeste. Mentira, sabe sim; a gente passa tanto tempo esperando pra usar as roupas lindas de frio que quando chega na hora quer usar tudo de uma vez. Não quer nem saber: ventou, agarra a encharpe, o trench coat, as botas e sai na rua pra tirar o mofo daquela roupa usada num FIG longínquo ou numa viagem à um estado menos provido de quentura.
domingo, 17 de julho de 2011
sábado, 16 de julho de 2011
É tudo uma questão de gentileza.
Tudo seria tão mais fácil se as pessoas olhassem e tratassem as outras com algum respeito e carinho.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
CNH
Ah, o alívio! É o que eu sinto agora depois de, o que?, quatro meses de aulas teóricas e práticas pra me tornar confiável atrás de um volante. Também depois de uma manhã de estresse no Detran mais ou menos um mês atrás, reprovando na prova prática única e somente porque não olhei no retrovisor quando fui dar ré na baliza. Mas hoje cheguei lá às 8:30h, depois de uma viagem no carro da auto-escola ao som de Aviões do Forró, e só saí às 14:00h. Minha bunda já amassada de tanto ficar pregada na cadeira quando a amável mulher de coque e batom vermelho nos lábios escuros, e que chamava a gente de meu amor, chamou meu número: CFC Brilhante, número 5!
Minha perna tremia mais que uma britadeira em cima da embreagem, mas eu coloquei uma coisa na cabeça: hoje eu vou passar. No way que eu vou ter que vir aqui outra vez, desperdiçar mais cinco horas da minha vida! Então subi a rampa, parei, sem estancar dessa vez, segui caminho quando o mocinho lá me mandou ir em frente. Na fila da garagem eu ainda tinha uma britadeira no lugar da perna, mas fiz tudo bonitinho e entrei certinho entre os cones. Saí de lá rindo quando o examinador falava para a mulher parada no carro na garagem ao lado da minha: “Minha senhora, você sabe dar ré? Dê ré, vá!”
Fiquei meio sem saber o que fazer quando cheguei no semáforo e ele estava desligado. Resolvi ignorar os pensamentos sobre minha provável impotência de enxergar qual cor estava acesa e segui em frente. Depois do segundo e último semáforo, me dei conta que eles realmente estavam desligados. A próxima e derradeira prova seria a baliza, sim, a que eu reprovara da última vez. Apesar disso a britadeira não mais estava lá e minha perna tremia no máximo como quando tenho frio. Tinha certeza de que meu único erro fora não olhar no retrovisor, e assim fiz tudo tão bonitinho que o examinador nem me deixou finalizar a manobra, antes disso já dizia: “Brilhante, pode tirar o carro sem bater.” E depois de sair do carro eu estava tão alegre, tão aliviada, que quase dei um abraço nele. Senti que o obrigada não era suficiente. Também quase dei um abraço na senhora de batom vermelho que vai continuar chamando as pessoas para mais uma prova em suas vidas.
Também tenho vontade de dar um abraço no meu instrutor, Alexandre, com toda a sua calma e gentileza ao ensinar. Meu pai disse que iria levar um pão integral (dos que nós fazemos) para ele. Talvez eu vá dirigindo até lá lhe entregar o pão. Ah, mas isso só se for depois da minha primeira corrida como habilitada, que há muito prometi seria uma ida até a videolocadora mais próxima.
