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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Valeu, whats!


Eu queria saber por que agora o aplicativo Whatsapp - não contente em destruir relacionamentos colocando essa bendita visualização mas ainda na cara do indivíduo - coloca em ordem de prioridade as conversas ainda não respondidas (ou seja, aquelas em que você está sendo ignorada). Enquanto isso, as pessoas que realmente lhe amam (chamadas amigas) ficam em segundo plano, levadas para baixo pelo simples fato de que estão lhe respondendo melhor que outros idiotas. 

Aí agora toda vez que a gente abre esse aplicativo de satanás, é necessário passar por todas aquelas pessoas que não te respondem, e olhar para a cara de todos os boys idiotas para poder chegar nas pessoas que realmente importam. 

Obrigada, whatsapp, eu realmente precisava disso.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

never apologize for how you feel.

Nos últimos dias eu tenho vivido em uma montanha russa. Com altos tão altos (altos para mim, mesmo que não tão altos assim para outras pessoas) que deixaram minha cabeça tonta, sem muita noção do resto do mundo ao meu redor. Uma montanha russa que se movia ao redor de uma pessoa. Uma pessoa que eu nem cheguei a conhecer (poderia colocar um ‘ainda’ aqui, mas não vou para não me alimentar de esperanças).

Eram conversas intermináveis sobre tudo e sobre o que poderíamos ser e eu estou quase chorando enquanto digito isso. Pode parecer estúpido e ingênuo, mas eu aprendi a não subestimar meus sentimentos; pois se eu sinto, é real. E me dói ter que me livrar de um sentimento que só quer o bem, o meu e o de outra pessoa. Pra mim não faz sentido pensar que é um sentimento ruim, só por não ser correspondido. Eu convivi com isso minha vida toda, e sei que só não é bom para mim, mas isso no final, quando a ficha cai e eu me dou conta. De que estava vivendo isso sozinha, na minha cabeça. De que ninguém me acompanhava nessa viagem num trem sem maquinista. Ou onde o maquinista era manuseado pelos meus desejos mais fortes e antigos.

Mas enquanto eu vivia essa viagem, de imagens e conversas, era tudo lindo de uma forma que eu nunca vivenciei. E de uma forma que me fazia querer mais, mais do que eu nunca tive e sempre desejei. As portas se abriam quando você falava da sua casa e de como seria bom quando a gente se encontrasse. E era tudo tão sincero, a gente ria tanto e tanto e de tudo, como ‘tbcds’, como você diria.

Mas a minha ansiedade é tanta que eu fico só imaginando, e a minha imaginação me mata. Já me matou outras vezes, e está me matando de novo. E eu posso estar sendo dramática, pode ser que nem tenha acabado ainda. Mas não aguento que você (que ninguém na verdade, mas esses dias principalmente você) não me responda, enquanto te vejo online no whatsapp. Acabei de retirar a configuração de última visualização do meu, para parar com essa mania psicótica de olhar o último momento que você estava lá, para parar de fingir o mínimo de consciência sobre a sua vida.

Porque eu meio que cansei. Cansei de me sentir sozinha, mas cansei também de me sentir sozinha junto. Acho que esse é o pior. E acho que fico melhor sozinha sem ser junto mesmo. Mesmo que ache que seríamos melhores ainda se juntos. Mas juntos de verdade. E não só nas altas horas da noite, pelo celular. Isso não me basta de jeito nenhum. Isso é só um adendo a uma coisa que deveria ser maior.

Eu realmente gosto de tu, como já te disse, idiota que sou. Te desejo tudo de melhor e não guardo rancor. Acho que vou te deixar ir. E é engraçado porque uns dois dias atrás eu tinha decidido exatamente o oposto, que não ia deixar você ir embora tão fácil assim. Mas eu não posso mudar o que não está ao meu alcance.

E eu sei que esse discurso só vai durar até a próxima vez que você vier falar comigo com o seu “OLAR” infantil.


Mas por agora eu me sinto melhor. Depois de colocar tudo pra fora de uma forma que eu consigo, de uma forma que eu me faço entender. Esse é o lado bom: mesmo que eu nunca arrume ninguém, e morra sozinha com minha barraca de sucos na praia, eu sempre vou ter a escrita para nela me apoiar. 

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Meme das biscats (mais conhecido como I would!)

Então, esse foi um meme criado (ou recriado) pela Carol do RGB e o nome original é "10 famosos que eu daria". Eu decidi dar uma embelezada no meu blog (isso não se faz com layout, e sim com fotos bonitas, aprenda) e passar essa corrente tão maravilhosa e abençoada adiante. As regras são simples: 10 famosos com quem você faria um tico-tico-no-fubá, uma foto de cada, e o por quê. Já se animou? Vem gent!


DOUGIE POYNTER: Quem me conhece sabe que essa pessoinha é o meu one and only. Ele nem é tão alto e nem musculoso, mas me quebra de um jeito... loiro, LINDO, tatuado, engraçado e lindo mais uma vez. Eu casava sem nem pensar duas vezes, até minha mãe já abençoou nossa união. Meu lema é: Do me Dougie style.


ASHTON KUTCHER: Precisa-se mesmo, realmente, dizer mais alguma coisa quando se olha para esses olhos castanhos lindos e esse sorriso de 'não quero posar pra foto, mas pra não ser grosso vou fazer uma carinha simpatchica'. Você não nos engana, Ashton! Por baixo dessa carinha tem um poder imenso, ai. Não é à toa que a Demi ficou malzona depois que foi chutada, porque néan, quero ver ela achar outro desse, ainda mais nessa idade.


JAMES LAFFERTY: Gato, vem fazer um garrafão em mim (eu podia fazer um trocadilho com 'enterrada', mas achei que ia ficar muito vulgar, oi?). O boy joga basquete, apenas isso. Honestamente, vou querer mais o quê?


JENSEN ACKLES: Tem que dar explicação? É, também acho que não precisa.


JOSEPH GORDON-LEVITT: Ele é inteligente, ele é um ator incrível, ele é bonzinho, ele canta, é lindo e tem cara de ser daqueles com um papo legal infinito que não acaba nunca. E se você ainda não se convenceu, dá uma olhada nessa foto. Oi, gente, tudo bem com vocês depois dessa?


STEPHEN AMELL: Só mesmo com uma coisa dessas como protagonista para aguentar assistir Arrow além do terceiro episódio, viu? Ô seriezinha ruim! Mas quem precisa prestar atenção em roteiro e personagens secundários with all this going on bem na sua frente? Eu não.


ALEX TURNER: Ai, Alex eu já gostei muito mais de você, quando você não era tão cheio de si. MAAAS, a carne é fraca e eu neeem me importo! Gato + cara de safado: bingo! Imagina uma coisa dessas cantando no seu ouvido com aquela voz maravilhosa: "The type of kisses where teeth collide..."


ALEXANDER SKARSGARD: Para quem não conhece, eu tenho o prazer de apresentar esse deus nórdico de apenas 1,94m (UM METRO E NOVENTA E QUATRO CENTÍMETROS) de pura sedução e testosterona. Olha o tamanho dessas pernas. Apenas isso. Clique aqui para um curso básico ministrado por Alex de como engravidar uma mulher em 15 segundos.


JAKE GYLLENHAAL: Como não amar Jakezinho? Os olhos azuis, esse sorriso maravilhoso, esse corpitchu... ai, ai. Ele é um dos pouquíssimos homens com muitos pelos no peito que eu faria. O que são uns pelinhos a mais quando se pode ganhar tudo isso, não é meshmo?


RYAN GOSLING: Oi? Não tem o que dizer. É mais forte que eu. É só ele me olhar que my body is ready.


[BÔNUS]

Eu fiquei tão emocionada com tantos boyss magias que fiz as contas erradas e separei 11 ao invés de 10 caras que eu faria. Mas tenho certeza que ninguém vai ficar triste com mais um, né? E eu não vou estar desperdiçando foto de boys não.


JÁN DURICA: Não, apesar de parecer, não é um novo galã de Hollywood. Se você não sabe quem é, precisa prestar mais atenção aos jogos que rolam durante as Copas do Mundo, queridinha! Ou, se for o caso, precisa prestar atenção ao que realmente importa nos jogos das Copas: os jogadoreeeeees. Este aí é um eslovaco esperto que dá o ar da sua graça nas competições mundiais. Para mim foi o jogador mais belo e bem apessoado da última Copa. Quando falo dele ninguém sabe do que eu tô falando, mas o seu nome estará gravado na minha memória para sempre. Beijo, Ján! MWAH!

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Não tá fácil pra ninguém



Comecei a assistir a mais um seriado de mulherzinha. Esse talvez o mais conhecido e reverenciado seriado de mulherzinha da história, apesar de ser original e direto (ou talvez por isso mesmo). Desde 1998, quando foi lançada, Sex and the City mostrou - se é que alguém tinha dúvidas disso - que mulheres também falam sobre sexo, e não é pouco, não. 

Mas o que importa, e o que me chamou a escrever, é que a cidade de Carrie Bradshaw poderia muito bem ser Recife. A identificação foi bruta e imediata. Em cada fala do episódio piloto eu consegui encontrar paralelos com a minha vida e com a vida de recifenses que eu conheço. Quatro tópicos são os que mais chamam a atenção para a crueldade da vida em uma metrópole (NY ou Recife, your choice). 

1) Muitas mulheres lindas e interessantes solteiras
“Há milhares, talvez dezenas de milhares de mulheres assim nessa cidade. Todas nós as conhecemos e concordamos que elas são ótimas. E todas estão sozinhas.” Pois é, Carrie, aqui em Recife não é diferente. É só andar pelas ruas, pelos restaurantes, pelos shoppings e até pelas baladas, o que mais se encontra são grupos de amigas se divertindo, sem homens por perto. O que não é ruim!, não me entenda mal, mas um boy magia é sempre bom, não é verdade? No entanto eu posso enumerar várias, várias mulheres que eu conheço que são lindas, fofas e criativas, porém solteiríssimas.
“É como o enigma da esfinge. Por que há tantas mulheres solteiras e nenhum homem solteiro?” Eu tenho que concordar com você, todos os bons partidos estão comprometidos. E só as fortes e sortudas conseguem agarrar um desses no pequeníssimo hiato em que eles se encontram disponíveis, entre um relacionamento e outro. Eu não sei em Manhattan, mas aqui em Recife existe um motivo simples e triste para isso tudo. Tá faltando homem. De acordo com dados do IBGE, entre os 20 e os 29 anos de idade, amiga, há 12 mil mulheres há mais que homens. E quanto mais se aumenta a idade, mais a diferença aumenta. Agora você pode passar essa informação na cara das tias que sempre perguntam “cadê o namorado”.

2) A fênix
Essa categoria de boy deve existir em todas as cidades do mundo, mas em Recife, querida amiga Carrie, a situação se agrava. Como todos os recifenses sabem, a cidade é um ovo. Todo mundo conhece todo mundo, principalmente porque as mesmas pessoas vão sempre para os mesmos lugares. E isso é praticamente um criadouro de fênix. Aqueles seres mitológicos que, por mais que você tente, por mais que você diga que não sente mais nada e que xingue até a terceira geração do indivíduo, de repente ele reaparece mais lindo e tentador do que nunca. “Não olhe agora. A cruz da sua vida está no bar. Eu não tenho paciência para aguentar seus lamentos por ele pela quarta vez.” Quem noonca ouviu isso de alguma amiga? Com certeza não foi só você, Carrie.

3) Príncipes não existem (William já casou e Harry não é flor que se cheire)
Pegando carona no tópico anterior, é perfeitamente claro que ninguém é perfeito e a vida é assim. Temos que aprender a levar foras e levantar como se nada tivesse acontecido, porque nem sempre os boys estão disponíveis/lhe querem. E apesar de não haver (de jeito nenhum) tantos peixes no mar assim, sempre se arranja um jeito. Se eu fosse você, ouviria sua amiga Miranda: “O cara certo é uma ilusão! Comece a viver sua vida!” Então, gatã, vá viver/fazer o que gosta e não o que outra pessoa que nem liga pra você está vivendo/fazendo. (Esse tópico ficou bem trabalhado na conselheira, mas conselho nunca é demais.)

4) As gay amam mais
Não é só você que tem amigo gay, Carrie. Não é só você que vive rodeada de casais gays. Nós em Recife também. Seu amigo Stan tem razão: “Estou começando a achar que o único lugar onde ainda se pode achar amor e romance em Nova York é na comunidade gay. O amor hetero é que se tornou enrustido.” Stan, agora você recebe palmas de uma aluna do CAC. Porque há muito mais partidões gays do que héteros. As coisas seriam tão, tão mais fáceis se gays também gostassem de mulheres. Eu tenho certeza que haveria muito menos mulheres solteiras em Recife.


Essas coincidências (ou não) servem para lembrar que você, Carrie Bradshaw, não está sozinha nessa luta! Existem muitas outras meninas inteligentes e de boa índole dando sopa por aí, inclusive em outros países e outras realidades. Só não lhe digo que tem um Mr. Big no seu futuro porque aí seria spoiler.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

black makes it perfect.

Me dei conta de qual é, na minha cabeça, a aparência perfeita para alguém do sexo oposto. Falo em toda a aparência, até a cor da blusa e o tipo de cabelo. É como montar um bonequinho no The Sims. Falo da perfeição como se deve. Não que eu vá rejeitar alguém que desvie um pouco ou totalmente desta descrição nesses tempos de crueza e escassez. Mas se me mandassem esculpir a perfeição estética, uma imagem humana que eu não hesitaria em escolher para decorar minha sala e assim enchê-la de suspiros, esta seria a de Alex Turner no final do Arctic Monkeys Live At The Apollo
Falando assim pareço um pouco pedante e fã teen demais, não pareço? Mas que se pode fazer? Foi esse o pensamento que me veio à cabeça agora há pouco, enquanto assistia ao DVD. Para que me entendam, é preciso descrevê-lo.
Seu corpo é magro. Nunca gostei de gordura ou músculos em excesso, mesmo. O pulso é fino, os braços não têm quase massa, a não ser a protuberância do músculo naturalmente concentrada entre os cotovelos e os ombros. Ainda que já se encontre depois dos 20, ele parece um adolescente. Na imagem não dá pra ver seu peitoral mas tenho certeza que, ao retirar a camiseta, sua barriga é reta, com uma suave lombada nos limites dos peitos. Suas pernas compartilham da magreza do resto do corpo. 
A calça jeans é apertada, mas não tanto. No ponto para que não pareça gay ou integrante de uma banda sertaneja ou colorida, mas também não tão folgada para que os gravetos que chama de pernas não sejam acentuados. O tecido adere à coxa e às nádegas; a partir do joelho folga alguma coisa por causa das canelas finas e no tornozelo forma um montinho de pano acima do sapato. É um bom artifício; as coxas e a bunda parecem maiores. Despertam atração. 
Os sapatos são formais mas não têm importância, a câmera quase não os mostra e não gastarei mais do que essas poucas palavras para descrevê-los. Veja que a roupa é bem simples. Fiquei à procura de outra peça sobre a qual falar antes de chegar na principal, mas a verdade é que não há. 
Há dois detalhes imprescindíveis na imagem. O primeiro é a peça de roupa principal. Uma camiseta pólo preta, para a surpresa de todos. Não tem estampas; suas especificidades consistem em uma gola dobrada, cinco ou seis botões que são deixados a maioria abertos, mangas acima do cotovelo. Ela não seria a mesma se a cor fosse diferente, no entanto. O preto de alguma forma é mais importante. É sexy, simples, compacto, discreto, misterioso. Não sei o que ele me faz, por que me atrai, principalmente quando cobre um corpo masculino.
O outro detalhe imprescindível na minha imagem de perfeição é o cabelo. (Ainda não decidi se ele ou a camisa é o mais importante. Acho que optarei por transformá-los em uma locução estética, uma não trabalha sem a outra.) É tipo de cuia-Beatles. Tem uma franja que não se mexe e vai até as orelhas. É cheio, mas não é enrolado. É ondulado, escuro, bem escuro e macio. É perfeito para afundar os dedos nele. Acredite, eu já provei deste tipo de cabelo; por pouco tempo, mas nunca esqueci. Se ele estiver atrelado à olhos escuros, quase negros, melhor ainda.
Taí a minha imagem de perfeição.
Não sei por que escrevi este texto. Não sei porque escrevi nesse tom. 
Espero que ninguém o leia.  

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Meu filho, se não vai fazer contato, não olha como se quisesse me engravidar!

Então, tem esse menino (na verdade ele já deve ter uns 21 anos, mas eu sempre chamo as pessoas do sexo oposto de “meninos”, a não ser que eles já tenham passado dos 30 ou tenham cara disso) lá no CAC. Acho que eu já tinha reparado nele desde o período passado, tinha achado ele bonito (ao contrário das meninas, como sempre). Acho que ele nem é tão bonito assim, mas ele tem um certo charme. 1) Ele é o que Carol chamaria de “alternativo”. 2) Ele não fuma. (Não posso afirmar isso com certeza, mas contando que ele estuda no CAC e lá as pessoas que fumam não tem a mínima vontade de esconder isso –pelo contrário-acho que estou certa.) 3) Eu já vi ele comendo salada de frutas. Não sei porque isso é um fato que eu considero importante, mas acho que tem a ver com ser mais ou menos o “oposto” do cigarro. 4) Quando anda ele rebola de uma maneira indescritível.

O fato é que ele não para de me olhar toda vez que a gente se encontra nos corredores. E não é só olhar tipo “você não é invisível, estou te vendo”-o que, de qualquer forma, já é um grande avanço nos dias de hoje-é um olhar tipo “não consigo tirar os olhos de você”. E eu não estou me achando linda ou gostosa demais. Não é coisa da minha cabeça, até Carol já percebeu. Sabe quando você olha pra uma pessoa até que uma parede atrapalhe sua visão, ou o ônibus saia andando e você perca a pessoa de vista? Desse jeito. Nem mesmo quando ele estava carregando uma caixa (que me pareceu bem pesada, por sinal) escada acima, ele desistiu de me perseguir com o olhar. Já cogitamos a possibilidade de ele ser gay, o que, de acordo com o medidor de homosexualidade de Carol, procede. Bem… isso até o momento que ela percebeu toda essa coisa dele com o olhar.

Alguns podem pensar que eu acho essa história muito interessante e tal, mas, na verdade, não. A coisa mais forte que eu sinto quando ele me olha é raiva. Meu filho, se não vai fazer contato, não olha como se quisesse me engravidar! Eu sou a  pior pessoa com a qual você poderia fazer isso. Logo começo a bolar teorias sem sentido na minha cabeça. Como a de que você pode ter me achado atraente, ou (no caso de você ser gay) estar com inveja de toda a minha beleza estonteante. Mas, por mais que eu queira desvendar esse mistério, não posso fazer nada. Quer dizer, poder até posso, mas não vou. Não vou encostá-lo na parede e mandar um what’s your problem, embora essa seja a minha vontade mais forte e insistente.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Lembrar deixa marcas.

Eu ainda lembro do gosto de Halls na sua boca. Da textura dos seus cabelos entre meus dedos. Das suas carícias no meu pescoço que ligavam com um clique quando as pontas dos meus dedos se punham a deslizar pelas costas de sua orelha. Da sua língua inquieta, àvida por conhecer cada milímetro da minha boca. Da sua barba por fazer me arranhando o queixo. Dos seus olhares fixos, rígidos, porém tímidos. Da minha surpresa quando me dei conta de que sua mão percorria minha perna. Lembro dos seus apertos ocasionais na minha cintura e das besteiras sem nexo que eu falava na esperança de engatar uma conversa empolgante. Seus beijos carinhosos e interesseiros na minha bochecha e seus dedos entrelaçados aos meus confortando minha mão ainda ecoam na minha cabeça. E eu ainda lembro dos arrepios que senti quando você me puxou bem próximo a ti e nossos corpos se colaram. E quando me deitei para dormir naquela noite, senti seu perfume ainda em meu braço e me intoxiquei com ele até fazê-lo desaparecer. Lembro de tudo isso porque venho revivendo essas sensações na cabeça, como quem teme esquecer. Porque foi realmente bom me sentir querida por alguns minutos (que mais pareceram horas).

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Se iludir é de graça.

Tipo hoje, logo depois que eu descobri que o que Mayr disse sobre o Quileute tava errado, a gente ficou em pé lá na frente do CAC, naquele jardinzinho que a gente senta e ele tava lá do outro lado do jardim. Não sei se tava me vendo, eu sei que eu tava vendo ele. E quando fomos embora e ele ficou lá, olhei pra trás, só pra vê-lo uma última vez no dia, e não o vi. O procurei com os olhos e vi que ele tava indo falar com a menina, que Mayr tava falando minutos antes, e minha imaginação já disparou, inventando motivos pra ele ter feito isso logo quando a gente saiu. Motivos como perguntar quem era aquela menina de blusa branca e trança.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Why can’t I be the one?

tumblr_l7xda92GY21qcct32o1_500 Às vezes eu sou tão patética. Não tem nem mais graça escrever isso aqui. Acho que todos que lêem esse blog (alguém?) já sabe da minha pateticidade. Mas eu não consigo parar. Todo dia é a mesma coisa, acho que tá em mim e nunca vai passar.

Ver um menino bonito na rua, no ônibus, na faculdade, em qualquer lugar e passar o resto da semana do dia pensando nele. Como seria o primeiro encontro, nosso namoro, nosso casamento e etc. Tem coisa mais ridícula? Acho que não.

O pior é quando acontece como hoje. Depois do feriado todo em casa, só mergulhada no estudo ou na ficção, sem meninos para tirar minha atenção, conformada com minha condição de single-ladie-eterna, de repente recebo o impacto do mundo real. Uma pessoa que eu já tinha parado de me imaginar casando com ela me aparece mais irresistível que Damon Salvatore de jaqueta de couro. Ele deve saber o quanto me perturba. Só pode. A pessoa loira, de olhos azuis e parecida com Harry Judd, veste uma blusa xadrez, uma calça dobrada na canela (como se fosse pescar), um tênis igual a um que o Poynter tem e ainda me inventa de dá uma bagunçada nos cabelos à la Edward Cullen. Me diga se eu posso?

E pra girar a faca ainda mais fundo, toda vez que eu olhava pra ele, meu olhar encontrava com aqueles olhos azuis-cor-de-menu-do-windows. O que não faz muita diferença porque ele olha pra todo mundo. Mas, dá licença? Se não vai tirar proveito, pra quê atiçar? Aí fica Sara o resto do dia pensando na pessoa (que já tinha saído da cabeça dela) e lamentando. Se perguntando mais uma vez porque. Por que ela não pode ser the one.

dougie

domingo, 2 de agosto de 2009

Séries, Natal City e Strawberrys.

Eu queria fazer um último post aqui antes das aulas começarem mas não sei sobre o que escrever... uhmm...
Então, as aulas começam amanhã [cry] mas eu já tô até mais comformada, antes eu tava mais revoltada. Tô até animada pro Enem. Mas ainda não sei em qual universidade eu vou fazer o curso...
Esse post vai ficar meio random, but who cares?
Tô no vício de Dexter agora, vou tentar terminar a terceira temporada hoje (faltam só 5 episódios) pra não ficar tentada durante a semana, NÃO POSSO LIGAR O PC SE NÃO EU NÃO ESTUDO! Por isso eu ainda não comecei a quarta temporada de Lost. Se eu começar eu sei que vou começar a trapacear e assistir durante a semana, mas EU TENHO QUE ESTUDAR, não posso.
Sou muito anciosa, nem terminei a terceira temporada ainda e já tô vendo o trailer da 4º temporada de Dexter. hehe O filho dele é a coisa mais linda! *-*


Esse semestre vão voltar muitas séries boas... One Tree Hill, Dexter, Supernatural... falar em Supernatural, já viram os 5 minutos do primeiro episódio que passaram na Comic Con?? Morri 34643654 vezes. E o cara que vai fazer o Lúcifer? Sinto que essa temporada vai ser foda, prontofalei.


Fui pra Natal essa semana, pro condomínio do meu tio que é puro lusho! Fiquei babando por dois New Beatles que tinha nas casas vizinhas (um cinza e um preto), só pra constar, na maioria das casas tinha mais de um carro, geralmente três na garagem. (y) Como eu sou pobre e matuta tirei foto. :B


Assisti muito tv a cabo, tinha um canal que ficava passando muito culinária (principalmente oriental), eu apaixonei e agora quero virar chef. Sério, fiquei com MUITA vontade de cozinhar.
Mainha já falou que não vai colocar tv a cabo aqui se não eu vou passar o dia todo na frente da tv. Tem coisa mais injusta que isso? :'(
Também comi o melhor camarão ao alho e óleo ever, numa barraquinha na praia.
Ponto alto de TODA a viagem: meninos (um deles gatíssimo) jogando baseball na minha janela. Fiquei espiando o dia todo. Tenho até provas. hehe

Sim, eu sou boyfriendless e não tenho o que fazer. (y)

Sexta foi aniversário da minha prima e eu quero um bolo igual ao dela. *o* Olha que coisa mais linda! Parece um buquê de rosas, só que é morango com chocolate!


Acho que só isso, tô muito relax hoje, não sei porque... mas nem vou me animar, daqui a pouco volta o mau-humor de sempre. (:
xx